Empregos monstro

"Descobri que sou trans, e agora?" Update do meu post de 6 meses atrás

2020.10.28 19:28 SatokoHoujou "Descobri que sou trans, e agora?" Update do meu post de 6 meses atrás

TW: transfobia. TL;DR abaixo.
6 meses atrás (ou quase) fiz um post aqui relatando ter me descoberto trans, compartilhando minhas angústias, meus medos e pedindo por sugestões. Continuo usando pronomes masculinos porque sim. Depois de meses bem turbulentos, finalmente tomei a coragem para dar os primeiros passos, mas infelizmente minha situação ainda está longe de ser boa, e por isso venho novamente compartilhar minha experiência e pedir ajuda.
Primeiro, vamos começar por uma citação do meu post original:
"eu acredito que com tempo ele [meu pai] aceitaria. Minha mãe eu sei que aceitaria, se não fosse pela questão da insegurança e dificuldade de arrumar emprego. Por isso, tenho certeza que ela iria me desencorajar e dizer que é só uma fase. "
Meu. Deus. Do. Céu. Que cagada eu aprontei!!! Subestimei a transfobia (ou simplesmente o medo pela mudança) e piorei absurdamente minha situação. A pior parte dessa experiência de transexualidade para mim foi descobrir que as pessoas não gostam de seus amigos/familiares, eles gostam da imagem que eles próprios tem da pessoa em questão, e essa imagem deve ser sempre estática e imutável. Qualquer tentativa de mudança é mexer com os próprios valores e crenças, portanto dificilmente há uma abertura para o diálogo ou para tentar entender o diferente.
Pois bem, no começo de maio eu criei coragem e contei para minha mãe. Tinha certeza absoluta de que ela no máximo reagiria neutra, ao estilo de "não gostei, mas faça o que te fizer feliz". E em um primeiro momento foi exatamente essa a reação dela (disse que eu podia fazer o que me fizesse feliz), óbvio que senti um alívio extremo, mas como diz o ditado, alegria de pobre dura pouco. No outro dia, eu acho que ela fez algum tipo de pesquisa sobre isso, e como não deve ser de espantar, só apareceram notícias de "travestis mortas e desaparecidas", ou sobre preconceito enfrentado.
Neste paragrafo eu quero enfatizar o quanto eu tentei argumentar com ela de que este final trágico não vai ser o meu fim. Eu tentei explicar de maneira didática, expliquei a diferença sobre transição médica e social, e que a princípio eu não pensava em fazer a social, e que enquanto eu não fizer mudanças drásticas, as pessoas ainda me enxergaram como um homem qualquer. De nada adiantou, e houve algumas semanas torturantes em que quase todo dia ela encontrava uma notícia de "trans é morta" e vinha me mostrar, e ficava gritando comigo: "é isso que você quer pra você? morrer pra nada? é só isso que acontece com essa gente, se prostitui e morre como se fosse um lixo". Porra, ouvir isso machucou demais. Nem só por mim, mas pela falta de empatia mesmo. Como se isso já não bastasse, tive que ouvir algumas boas vezes que "vou me tornar um monstro", e ela usou a palavra "estranho" e "esquisito" para descrever pessoas trans tantas vezes que eu peguei um trauma com essas palavras aí. O problema dela não é só com trans não, tudo que foge de qualquer normatividade pra ela é "ridículo, digno de risada". Tipo uma mulher na casa dos seus 40 com piercing e roupa curta que ela ficou debochando. Eu retruquei dizendo, "se ela paga suas contas e não faz mal a ninguém, que mal tem se vestir como quer?" E ela simplesmente respondeu que "existem regras sociais a serem seguidas, e que tudo bem ela bancar papel de palhaça, desde que ela tenha ciência disso". Que pensamento é esse, galera? Para tudo porque eu quero descer. Quero é distância de gente assim. Não tem como viver uma vida em função de outras pessoas não rirem de nós. Que vida é essa?
Até aqui foram só reclamações e relatos, certo? E o que isso tem a ver comigo? Porque isso me afetou tanto? Bem, eu tenho predisposição a ter muitos problemas de pele, os quais dermatologistas já me disseram que "ativam" devido a estresse. Além disso, também sofro de gastrite nervosa, que só aparece com estresse. E foi esse o resultado de ter contado para ela até o momento, me fodi lindamente induzindo dois problemas de saúde os quais está impossível me tratar. Ainda tive a sorte de ter tido uma reação alérgica a um creme depilatório em maio, já gastei mais de 500 reais com consulta e antibiótico e longe de conseguir sarar. Ou seja, em vez de ter dado um passo para frente, eu sinto que dei dez para trás. Isso tudo sem nem ter contado ao meu pai, só imaginem quantos passos para trás vai ser quando contar? Ou quando minha mãe contar, porque ela já fez essa ameaça várias vezes. Não é "justo" eu iniciar TH sem ao menos falar algo para ele. Outra coisa que diria que piorou uns 99% meu emocional foi ter que ouvi-la falar várias vezes que pretende cortar contato comigo, que "não quer me ver parecendo uma mulher". Isso acabou comigo por alguns dias, talvez seja até o melhor a se fazer mesmo, mas eu realmente estava sem preparo para escutar isso.
Considerando isso tudo, o pouco de notícia boa que pude acumular nesses meses é que finalmente comecei depilação a laser no rosto, fiz 2 sessões até o momento e os resultados estão aparecendo bem rápido. Interessante notar que quanto a isso minha mãe não tem nenhum problema, até disse que me ajudaria a pagar caso eu não consiga pagar (vida de estágio). Quanto ao meu pai, disse para eu "pensar bem porque barba está na moda". Acho que não tem nada que dê pra fazer sutilmente para dar umas dicas mesmo não, as pessoas simplesmente não consideram essa possibilidade. Acho que só funcionaria se eu aparecer de saia e batom.
A outra boa notícia é que hoje mesmo eu fui em uma consulta no SUS. Essencialmente foi para resolver esses dois problemas (da infecção e da gastrite), mas decidi pedir um encaminhamento para o ambulatório trans aqui da cidade. Relatei sobre a gastrite por causa do estresse, falei da infecção por causa do creme depilatório, e conclui minha fala mais ou menos assim: "essas duas coisas têm relação com uma terceira coisa que eu gostaria de comentar... que é que eu quero um encaminhamento para o ambulatório trans". Wow! Olhem para mim! Ontem mesmo estava com pavor da ideia, e lá estava eu me abrindo com quem estava me atendendo, que eram três estudantes de medicina e a médica, professora deles. O atendimento em si foi excelente, eles foram todos muito profissionais e simpáticos. Nunca tinha feito uma consulta pelo SUS e em breve farei um exame de sangue e terei um retorno. Quanto ao meu pedido, eles fizeram o encaminhamento, é agora é só esperar.
Claro que minha situação não melhora apenas esperando até ter uma consulta no ambulatório... porque agora vem a dúvida cruel. O que fazer? Começar escondido ou esperar sabe-se lá quanto tempo até poder sair de casa? Digamos que agora eu já devo estar sob suspeita com minha mãe, então dei um tiro no próprio pé. Fica aqui meu pedido a quem estiver no armário: pensa, repensa, e repensa de novo umas mil vezes antes de contar para alguém, principalmente, claro, aos pais. Sério, não fazemos ideia mesmo do preconceito que as pessoas tem com trans. O problema mesmo é uma coisa que disse no meu outro post: "o filho do vizinho ser gay tudo bem, o meu não." Agora multipliquem a potência dessa fala por dez e temos a não aceitação da transexualidade.
Bem, e cá estamos, fui receitado um antidepressivo para ajudar com ansiedade e também com a própria gastrite, visto que a causa é estresse. Então pelo menos estou feliz a respeito do antidepressivo, é algo que sinto que precisava há bastante tempo. E a dúvida cruel persiste: o que fazer? Começar às escondidas ou não? Contar para meu pai ou não? Estou completamente sem rumo, sem saber o que fazer, só desejo poder sair de casa o mais rápido possível, mas esse dia parece ainda ridiculamente longe... e pensar em ficar esse tempo todo sem TH é angustiante.
Tens aí minha jornada de 6 meses de dez passos para trás e um para frente.
TL;DR: contei pra minha mãe que sou trans, rolou uma treta maligna em casa e agora estou com vários problemas de saúde por causa de estresse. Pedi encaminhamento para um ambulatório trans, e agora estou na dúvida eterna se começo TH ou não às escondidas.
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2020.09.30 21:06 pla-to Escritor a beira do colapso

Olá, Brasil
hoje venho lhes apresentar meu dilema. Gostaria de saber se os senhores podem me auxiliar, pedindo desculpas antes mesmo de começar a me explicar, tendo em vista o tamanho do post que abaixo segue. Para quem possuir a paciência e a resignação de ler até o final, só me faz possível agradecer e lhe estender um virtual e fraternal abraço.
tl;dr>! sou bipolar e gosto de escrever, não tenho um puto no bolso pq anos de estudos de filosofia e literatura me tornaram incapaz de conviver de maneira adequada nessa sociedade doente, peço que avaliem meu trabalho para que eu saiba se há futuro para mim na escrita e, também, que me ajudem com conselhos profissionais, doações ou de qualquer outra forma para que eu possa sair da cidade em que resido e busque um lar em São Paulo.!<
Vamos lá:
Me chamo Dillon Hagar (meu pseudônimo literário) e tenho ~30 anos. Sou formado em direito e administração com pós em direito penal e processual penal, não que isso me seja muito relevante sobre quem sou, acredito estar mais relacionado com minha história.
Venho de uma família brasileira típica: meu pai e minha mãe são pessoas honestas que sempre trabalharam (muito) para buscar oferecer o melhor para meu irmão e eu. Apesar da extrema formalidade que compele o viver dos dois, sei por fato e história o quanto eles nos amam. Meu pai sempre foi um cara absurdamente estourado e - até recentemente - acreditei que isso era apenas seu jeito de ser, afinal o cara já engoliu alguns sapos da vida (principalmente de sua falecida mãe).
Talvez pelo fato de ser tão estourado, permiti por muito tempo que minhas escolhas fossem feitas por mim, afrontar seus nervosismos só me gerava ainda mais ansiedade. Sempre me foi difícil o necessário pisar em ovos com ele, já que somos pessoas absolutamente distintas. Seu ideal de justiça é através da imposição da violência enquanto sou apenas um advogado que valoriza o debate, defende as garantias e direitos individuais e conhece um pouco das mazelas do nosso maravilhoso Brasil.
Fiz uma faculdade (duas, se prezar pela especificidade) que me habilitaram em uma profissão que não tinha e nem tenho a menor intenção de exercer. Sou advogado inscrito na OAB/SP, porém tudo que gostaria de fazer é rasgar minha carteira e escrever... Mas tudo bem, quem não é advogado hoje, não é mesmo?! Está ai a primeira vaidade formal que meus pais têm sobre mim que não faço questão.
Tenho um irmão mais velho (programador) que, com muito trabalho e talento, conquistou seu lugar ao sol nesse caótico mundo e foi morar em outro país, longe do julgamento dos velhos.
Para o caçula, restou apenas buscar se adequar a sociedade de uma cidade do interior paulista (~180k habitantes, ~450km da capital) e tentar ganhar algum dinheiro, porém, como fazemos isso quando não há oportunidades e se é um desarticulado?
Aos melhores empregos, não possuo a experiência. Para os demais, sou mais qualificado do que deveria. Sou um monstro em pele de homem, vagando por uma cidade que não parece ter o interesse de recepcionar o diferente.
Veja bem, estimado leitor. Sei o que sou e, acredito que aqui, seja o momento ideal para dizer o bestial ser que lhes redige este biográfico texto. Minha sinceridade é inata, não posso me mostrar por menos, não me sentiria bem comigo mesmo se não soubessem quem realmente é aquele que lhes pede algo.
Há alguns anos - graças a uma maravilhosa ex-namorada psicóloga - contrariado pelos meus pais que sempre viram saúde mental como tabu, decidi buscar ajuda profissional para tratar o vazio existencial que existe/ia dentro de meu peito. Após 6~8 anos de terapia e pelo menos outros 6 de clínica psiquiátrica, me deparei com o diagnóstico de um distúrbio de personalidade, "Transtorno de bipolaridade tipo 2", dizem os médicos. Como gosto de informalidades, prefiro chamar apenas de "meus demônios".
"Meus demônios" por muito tempo foram seres antagônicos dentro de mim, me aterrorizavam madrugadas a dentro, cochichando terríveis segredos em meus ouvidos. "Nunca serás o suficiente", "aqueles que dizem te amar riem de ti", "se tens medo de monstros olhe bem para dentro de si: tu és o monstro de quem teme". Nada legal, não?!
Medicação e terapia me tornaram inteiros, ao menos o suficiente para que tomasse as forças necessárias para meu "salto de fé", me fazendo no começo do ano finalmente deixar o ninho e buscar continuar somente com a força de minhas próprias pernas. A felicidade e a esperança, como bem sabem do ano de 2020, talvez tenham sido mal colocadas.
Surpreendentemente, mesmo com as coisas nesse plano de existência estarem indo em vertiginoso declínio, me encontro de certa forma bem e feliz comigo mesmo. "Meus demônios" agora são seres integrados em minha convivência e, com a força do estudo da filosofia (valeu Platão, estoicos, Nietzsche e demais) e outros literatos, descobri que não deveria mais temer minha patologia. Aprendi que ela sou eu e eu sou ela, essa "bipolaridade" que me faz navegar tão rapidamente entre humores é tão somente parte de quem sou. Se antes terapia e remédios eram minha cura, hoje digo com propriedade que aprendi ser minha própria mirtazapina. Se antes chorar de manhã e sorrir de tarde eram um problema, hoje aprecio o fato de lacrimejar enquanto escuto Avril Lavigne (que mulher!), mais tarde me abraçar ao som de Dream Theater e me odiar durante as madrugadas com Witchcraft ou Void King. Música, filmes e livros: ai está minha eterna companhia.
Pois bem, caríssimos estranhos. Sou o que sou e não lhes nego! Talvez esse seja o maior trunfo do anonimato: a possibilidade de ser quem quiser ser sem o prejuízo de julgamentos. Espero que minha sinceridade não lhes seja ofensiva ao decoro, para os que até aqui chegarem agradeço de coração sua insistência.
Ok, ok, divago! Vamos voltar ao ponto central e motivo desse texto: Não tenho amigos e não tenho emprego. O primeiro se deve ao fato de que sou quem sou: aprendi a duras verdades que em uma cidade deste tamanho existem mais pessoas dispostas a lhe julgar do que entender. Geralmente fogem quando confesso ser bipolar ou quando descobrem que não tenho medo de estar em contato com meus sentimentos. Que coisa não?! Em pensar que o que todos buscavam era verdadeira conexão e honestidade nas relações. Mas tudo bem, quem lhes redige sabe que sua intensidade pode ser exigente demais da disponibilidade dos outros, procuro não julgar os que me negam.
Já para falta de emprego talvez seja uma consequência lógica do primeiro: Em entrevistas de emprego costumo ser brutalmente honesto com meu empregador (afinal não é o que pedem?), ainda há pouco me perguntaram qual o meu salário ideal, quando respondi minha quantia, balançaram a cabeça em sinal negativo e disseram que era incompatível. Quem sabe não tenha sido o mais inteligente de minha parte dizer que "talvez o senhor não devesse fazer perguntas que não lhe agradam a resposta, achei que me perguntavas o que eu queria, não que buscasse adivinhações". Sim, sou este tipo de ser. Novamente perdão se lhes ofendo, reafirmo não ser minha intenção. Convido-lhes para uma reflexão, amado desconhecido: poderia eu, sendo quem sou, responder diferentemente?
Pois bem, venho fazendo o que todo jovem advogado têm feito: ofereço serviços jurídicos a preços módicos (que costumeiramente adapto aos meus clientes como forma de lhes ajudar). Sou criminalista mas somente atendo um seleto tipo de criminosos: àqueles a quem se não oferecido um serviço jurídico, muito provavelmente seriam engolidos pela máquina punitiva do Estado e integrados ainda mais a criminalidade. Não advogo para partidos criminosos e muito menos para criminosos de carreira, minha intenção é ajudar e não livrar-lhes de culpa. Talvez percebam aqui os motivos de porque não me restar dinheiro...
A fim de dedicar ainda mais honestidade à este texto, digo-lhes que tenho sim uma amiga. Uma sócia-comparsa, somos advogados e trabalhamos juntos coletando moedas enquanto tentamos ajudar, um pássaro de asa quebrada por vez.
Novamente divago, perdão. Ao ponto então: bem, como já devem tê-lo percebido, meu negócio é a escrita. Amo escrever, estudo latim por hobby, leio dostoievisk por esporte. Escrevo poemas, poesias, cartas, o que quiser. Dedico aos meus amigos e conhecidos aquilo que posso oferecer: no meu caso é o que coletei em meus 30 anos de existência. Você tem um problema amoroso? Ótimo! Sou teu brother e lhe farei uma carta ou um poema para que sares o coração, ó jovem apaixonado! Lhe incomoda a ansiedade saber que em breve terá que defender seu TCC? Maneiro, meu parceiro! Dedicarei à ti minha próxima carta sobre como deve se lembrar que em outra época, também já se apavoraste com o vestibular mas, ainda assim sobreviveste. Aproveito para lhes endereçar esta pergunta: Como se sentiriam se alguém lhes dedicasse uma carta sobre um problema que você confessou ter? Enfim, acho que pegaram o fio da meada.
Atendendo ao meu cósmico chamado, neste mês de setembro (setembro amarelo, lembro), silenciei meus demônios e passei a publicar alguns de meus textos, cartas e poemas em meu facebook particular. Alguns receberam mais likes que outros, alguns nenhum. Devo dizer que me dói saber que minha escrita às vezes não é apreciada.
Ao verem uma suculenta oportunidade, meus "dêmos" foram atiçados e voltaram a sussurrar. A minha vantagem é que neste momento, estando um bocado mais forte que antes, pensei que talvez não devesse eu ceder a régua que me mede à mão de pessoas que porventura não são verdadeiramente amigas. Improvável mas possível...
Sem dinheiro, sem perspectiva e sem companheiros, resto sozinho vivendo em um apartamento quase de favor com um conhecido. Gostaria de me mudar para São Paulo e conhecer todas aquelas pessoas estimulantes que pertencem àquele maravilhoso lugar, porém, como, se não disponho de condições nem para minha terapia e psiquiatra? Às vezes sinto que minto para as duas quando digo que estou bem, em ordem de fazer diminuir o número de sessões e medicamentos que preciso despender. Mando meu amor para as duas: não fosse por elas e os descontos absurdos que me proporcionam (na terapia, pago menos da metade; na psiquiatra, 1/3), talvez eu não estivesse me sentindo tão radiante. Não é lindo quando profissionais se despem de sua autoridade e tocam outro humano apenas como um humano?
Pois bem, venho até este maravilhoso sitio eletrônico e lhes peço: sejam meus juízes! Convido-lhes ao meu julgamento e de meu trabalho. Serei eu um bom escritor? Existe um ofício por trás destra escrita? Poderia eu tudo abandonar e - quem sabe finalmente - me encontrar alinhado e instrumentalizado pelo senhor universo através da bela e indescritível energia cósmica enquanto escrevo? Acredito que o tempo e os senhores podem me dizer...
Encaminho o link de meu tumblr (tumblr pra escritor br, ok, isso é ainda de se analisar), nele encontrarão algumas de minhas escritas publicadas nesse mês de setembro. Caso a paciência e a boa vontade acompanhem os senhores e senhoras, peço gentilmente que leiam, avaliem e sentenciem neste post o que considerarem pertinente. Caso estejam cansados de minha presença e queiram buscar apenas o poema mais lido, acredito que tenha sido este.
Para aqueles que realmente creem no valor de meu trabalho, também anexo um link para doação em paypal, onde aceito qualquer valor que puderem me ceder. Por ora, fica desabilitado a possibilidade de subscreverem em assinatura as doações, antes avaliarei se há futuro para mim nesse negócio de escrita.
E para você, que precisa de alguém que lhe escreva uma carta, um poema, uma poesia, ou que tenha, sabia ou queira um empregado escritoredatofaz tudo, sabia que recebo pedidos por email ( DillonHagarF ARROBA gmail PONTO com ) ou até mesmo através desse post ou direct.
Há aqueles que me chamarão de tolo por acreditar na bondade de estranhos na internet, devo lhes dizer que não me importo. Somente atendo minha própria natureza assim como acredito que cada um deve atender a própria. Estejam todos abençoados e em paz: aos que me ajudarem, mais, aos que me ignorarem, em igual proporção.
Por fim, agradeço todos que chegaram até aqui. Vocês são seres maravilhosos e o dom de sua curiosidade proporcionou a um desconhecido na internet um momento de felicidade. Um profundo e sincero obrigado! Sintam-se amados até mesmo por quem lhes desconhece!
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2020.09.22 00:17 maurocaa Não consigo me importar com ninguém

oi, tenho 18 anos. Sempre fui uma pessoa que os outros normalmente gostam de ter por perto, muitas pessoas me chamam pra sair, pra esse tipo de coisa e parecem se importar comigo, no entanto, de uns tempos pra cá o meu número de amigos tem caído, e parece que sempre que eu eu faço uma amizade sólida, o destino prega uma peça em mim e algo da errado, por exemplo, eu tinha um grupo de 3 amigos na faculdade, era demais, as resenhas eram do caralho, os rolês também etc, mas os 3 saíram do curso no final do primeiro semestre, dois mudaram de curso e o outro de estado, enfim, vamos ao problema em si.

Eu comecei a perceber que eu tinha dificuldade de me importar com os outros quando eu tava saindo com uma menina, no primeiro mês foi tudo incrivelmente bem, as nossas saídas eram incríveis, o sexo maravilhoso, as conversas ótimas e tudo mais. No entanto, ela sofre de depressão e ansiedade, toma remédio e tudo, e aconteceu que em um certo dia, ela tava tendo uma crise de ansiedade e eu fiquei em choque, eu não sabia o que fazer. Eu simplesmente travei, não conseguia falar nada, e isso acabou comigo falando coisas do tipo: "você quer que eu faça algo pra você" e etc mas isso parecia não surtir efeito algum.

E a partir desse ponto, as crises começaram a ficar mais e mais frequentes, no entanto, eu no fundo não parecia me importar, mesmo eu querendo ajudar ela, não sei se porque eu não sabia o que eu deveria fazer ou se eu realmente não me importava mesmo, mas a cada crise que ela tinha eu parecia mais e mais não me importar. E eu considerava que eu amava ela, ou pelo menos achava que amava. Eu fazia de tudo para sair com ela, considerando que na época eu não trabalhava, meus pais nunca me deram muito dinheiro e ela morava relativamente longe de mim, mas mesmo assim eu sempre tentei de tudo e dava meu jeito, eu sentia ciúmes e imaginava um bom futuro com ela (mesmo a gente não tendo nada sério).

Resumindo, depois de muitas brigas, idas e vindas, em um dia qualquer quando eu achava que estava tudo bem entre nós, ela me chamou no WhatsApp e começou a falar que eu não me importava com ninguém, que eu não tinha nenhum amigo verdadeiro, que eu era um monstro, que ela fazia de tudo por mim (e realmente, ela sempre me ajudou com as coisas, com meus problemas etc) mas que eu nunca fazia nada por ela e paramos de nos falar de vez.

Depois disso eu comecei a pensar e analisar os meus relacionamentos e comecei a ver o quanto eu cagava pros outros, o quanto eu não conseguia fazer nada perante os problemas das pessoas e como todo mundo sempre me ajudou quando eu tava na merda, e isso tem me deixado muito mal e triste, a ponto de eu ter medo de começar novos relacionamentos seja de amizades ou amorosos por conta disso, porque eu sempre acho que eu vou estragar tudo pelo meu jeito.

Eu realmente quero me importar, quero conseguir ajudar alguém que está triste ou algo assim, da mesma maneira que sempre me ajudaram, mas eu não consigo. Não sinto tristeza pelos outros, ou felicidade também, só consigo pensar em mim. Eu não me considero uma pessoa ruim, mas depois do que ela disse aquelas palavras não saem da minha cabeça, porque eu já fiz ela chorar, ficar triste e outras coisas mas ela sempre esteve ali pra mim, até a gota d'agua acontecer.

E não é a primeira vez que algo assim acontece, parece que sempre que eu tento me relacionar com alguém algo da errado, não sei se isso é tudo uma grande trollagem da vida, mas já teve caso de menina querendo se matar porque tinha ficado comigo, de gente que quase fugiu de casa porque tava saindo comigo, enfim, eu pareço que estrago tudo em que toco.

Mais recentemente, eu comecei a conversar com uma gatinha que eu conheci em uma entrevista de trampo, ela é tão gente boa e parece gostar de falar comigo, mas quando recebemos o resultado da entrevista, na qual eu fui aprovado e ela não, eu só consegui ficar triste pelo fato de que ia ser mais difícil de ter um contato diário com ela, e não pelo fato de que ela precisava muito do emprego, talvez mais do que eu. E agora eu fico com tanto medo de conversar com ela e estragar tudo pelo fato de que eu sei lá, sou eu. Tanto que fiquei uns 5 meses sem falar com ela, e mesmo assim quando eu postei uma foto ela foi lá, comentou e desde então vem puxando assunto comigo direto, e eu me sinto mal porque eu não consigo e nem tenho vontade de iniciar uma conversa com ela, e sinto que isso no fundo vai acabar desgastando a nossa relação, assim como aconteceu com todas as outras pessoas. E olha que essa eu também imagino um futuro, tenho ciúmes e tal, mas eu não consigo fazer nada.

Enfim, esse foi meu desabafo, não se se isso tem haver com alguma insegurança minha (tenho inúmeras, principalmente relacionadas a minha altura e pelo fato de que eu acho que vou ser trocado por alguém mais alto do que eu a qualquer momento, tenho 1.68m) e isso fez com que eu construisse essa barreira ou sei lá o que, mas eu só quero ser normal, me importar com os outros, assim como eu era quando criança. Lembro que minha mãe sempre pedia conselhos para mim, e eu sempre conseguia resolver os problemas dela. Hoje em dia quando ela vem com algum problema parece que sempre eu entrego a solução mais genérica possível ou faço alguma graça, tanto que ela sempre fala que quando eu era menor eu era o melhor conselheiro do mundo, e hoje em dia não.

Desculpa o post longo, sei lá, desabafei.
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2020.09.01 19:36 hmmild Meu feedback sobre New World

I – INTRODUÇÃO

1.Olá, primeiramente, queria dizer que eu sou apenas um cara que gosta de jogar e ajudar as pessoas e, que as vezes algumas ideias surgem à mente, e assim aconteceu durante esse primeiro contato com o jogo e, por oportuno, explicar que aqui são apenas algumas ideias iniciais, que precisam ser trabalhadas, veja bem, ideias, um ponto de vista pessoal, ou seja, apenas uma opinião pessoal como jogador.

2.Eu começo dizendo ainda: difícil não é você conseguir players para um novo jogo, mas sim mantê-los.

3.Aqui estão apenas algumas idéias e análises pessoais de um jogador comum. Muitas coisas que estarão aqui são ideias iniciais e esboços prematuros. Antes de começar, queria deixar uma visão rápida sobre o que eu penso da realidade dos MMORPGs ao longo do tempo:

  1. O mundo já não é mais como era há 10, 20 anos atrás. As tecnologias e as informações estão cada vez mais intensas e aceleradas. Dito isso, na minha análise como jogador há mais de 20 anos, eu percebo que muitas "empresas tradicionais" não acompanharam essa revolução tecno-científica no mesmo ritmo em que elas aconteceram, tanto é que muitas delas, precursoras de alguns gêneros, somam mais prejuízos do que lucro.

  1. Na primeira década do século, podíamos contar nos dedos de uma das mãos os grandes e pioneiros jogos de MMORPG, dentre outros gêneros semelhantes.

  1. Muitos de nós, hoje com seus trinta e poucos anos, ou quase lá, de existência, estávamos na adolescência e começando a engajar nesse universo dos MMORPG, passando horas e horas do nosso tempo imersos em determinado game da espécie.

  1. Pois bem, o tempo passou, e aquela galera que crescia junto com os primeiros MMORPGs foram se ocupando com seus empregos, estudos, família, enfim, já não tinham mais tanto tempo livre para despender aos MMORPG da época, que exigiam e recompensavam os jogadores mais imersivos e dedicados exclusivamente ao jogo.

  1. Nesse contexto, juntamente com o avanço acelerado da globalização, algumas empresas foram rápidas e perspicazes ao perceberem a tempo essas mudanças no mercado. Eis então que surgem e se popularizam gêneros como por exemplo: os mobas, battle royale, os hack and slash, os action rpgs entre outros.

  1. Aqui não vou me alongar muito sobre o tema, apenas dizer que esses gêneros conseguiram contemplar uma gama muito maior de jogadores, como, por exemplo, aqueles que não tem muito tempo para dispor ao game e, também obtiveram uma fatia maior ainda de mercado. Consequentemente, por obterem êxito com essa façanha, muitos jogos explodiram e se popularizam virando fenômenos, trazendo cada dia mais e mais adeptos ao seu nicho.

  1. Agora, no cenário atual, o jogador que joga 12 horas por dia e o jogador que joga apenas duas horas, estão num cenário de igualdade. Uma vez que o mundo e o mercado mudou, o foco dos games mudou, as pessoas mudaram, as tecnologias mudaram. Porém, muitas empresas, que desprezaram até a própria comunidade, não conseguiriam enxergar isso e foram à falência, já dizia Cássia Eller: “Mudaram as estações e nada mudou...♫”

  1. É possível perceber, que esses novos jogos buscam manter sempre um cenário justo, equilibrado, alinhado a diversão, interação e o constante progresso, valorizando outros aspectos em detrimento ao tempo gasto com o jogo e execuções de ações massivas, repetitivas e cansativas. Agora há um equilíbrio natural, o principio fim é, por exemplo, a habilidade individual e o raciocínio de cada jogador, e não mais nos itens e nas vantagens dos leveis que o jogador adquiriu jogando 25 horas por dia. Agora, para você conseguir progredir no game e estar entre os melhores, não é preciso ser um “crackudo” e totalmente aquém da realidade.

  1. Dito isso, deixo algumas questões? Qual caminho New World quer seguir? O que New World quer contemplar? Qual o público alvo do New World?

  1. Eu acredito que assim como algumas novas empresas estão fazendo e, conseguindo sucesso com isso, a Amazon, com o New World, pode focar o máximo possível na igualdade e num sistema justo de progressão, encaminhar as dificuldade e os desafios dentro do jogo para o ponto certo, e não mais ficar na mesmice falida de sempre.

  1. Se a Amazon conseguir isso, New World tem um potencial enorme de crescimento e de dar um passo importante para uma nova era dos gêneros de MMORPGs . Mas para isso, na minha singela opinião, é preciso deixar de lado alguns preceitos ultrapassados que já não se enquadram mais no mercado atual.

  1. Dessa forma, é necessário reinventar e criar novos paradigmas e, antes de mais nada, é fundamental ter muita coragem e não ter medo de errar, para que no fim, não seja apenas mais um no meio de tantos jogos horríveis que já existem, e que ainda insistem na mesmice ultrapassada de outrora.


II – OBSERVAÇÕES INICIAIS SOBRE NEW WORLD


  1. Acredito que New World precisa ter um proposito inicial mais conciso, seja para atrair novos jogadores, seja para mantê-los. É preciso haver uma ideia central que faça com que o game não se torne algo repetitivo, enjoativo e com um fim precoce.

  1. Como fazer isso? Primeiro de tudo, o game deve ter um sistema justo e igualitário para todos. Como assim? Deve recompensar dentro das proporções todos os jogadores de maneira igual, seja o que joga sozinho, seja o que joga em grupo, seja o que joga 20 horas por dia, seja o que joga duas horas, ponto.

  1. O quesito, por exemplo, da "sorte aleatória", pode ser bem melhor trabalhado para esse aspecto. Abordo esse tema melhor no item VIII do tópico. Isso possibilita que os jogadores tenham em mente que em New World a qualquer momento a sua sorte pode mudar, e que mesmo você jogando pouco tempo, você pode ter a chance de ser agraciado de alguma forma com a sorte.

  1. Outra fundamental observação é que devem existir temporadas sazonais, sempre com atualizações e novidades, em busca de a cada nova temporada aprimorar o conteúdo que já existe.

  1. Eu não acredito que o jogo deveria ter uma transição engessada, por exemplo: começa aqui, vai pra ali, e depois terminar lá, mas também não deve ser algo desorganizado e sem sentido, é preciso limitar algumas progressões precoce demais, criar um sistema de penalidades de ganho de experiência, assim tudo terá seu devido tempo para acontecer. O que eu mais tenho observado são players leveis baixos correndo e atravessando para áreas que tecnicamente deveria ser mais perigosa ou restritas para eles no momento. Acredito que as busca pelo level máximo não deva ser algo com grande impacto dentro do jogo, mas também não deve ser desprezado tão facilmente, o foco do jogo não deve ser farmar, farmar, farmar, farmar, farmar, tal área, ou tal monstro. O foco não deve ser o level máximo e suas vantagens extrapoladas. Sinceramente, existem infinitos e melhores aspectos a serem exploradas do que isso.

  1. Dá pra perceber que o jogo mistura um pouco a história da alta e baixa idade média juntamente com o início da formação dos primeiros burgos. O território se divide numa espécie de suserania e vassalagem e mistura a ideia de um feudo/burgo.

  1. Um grande problema que deu pra perceber nesse primeiro teste, é justamente a questão territorial, aparentemente os players tendem a se agrupar na facção que possui mais domínio de terras e mais faccionados afim de buscar mais facilidade dentro do jogo. Isso é preciso ser corrigido, criando algum sistema de equilíbrio natural, fazendo com que esta questão não tenha tanto impacto no jogo.

  1. Acredito que toda facção devia ter pelo menos 1 território permanente e estável sob seu domínio. E que essa questão territorial não influencie significativamente na progressão individual dos jogadores e nas conquistas de desempenho.


III – FLANDERS

  1. Eu acho que seria genial, desde logo, mostrar ao jogador de New World, que o mundo, ao qual ele pertence, é um universo de constante e incansáveis guerras, paralelo a luta pela sobrevivência e a oportunidade de ter seu nome na história, de ser reconhecido no universo a qual ele pertence, seja pelos seus feitos, maestrias, conquistas, habilidade, enfim.

  1. Antes de falar sobre o que acho sobre o sistema de guerra de New World, quero começar pelo sistema de “zona de Flanders”. Para quem não conhece, Flanders (atual Bélgica) foi uma região de intensa batalha entre França e a Inglaterra pelo controle do Canal da Mancha, um local de comercio lucrativo e ponto estratégico para quem o dominasse, e que deu contornos a “Guerra dos 100 anos”.

  1. New world poderia trazer áreas de intensas batalhas e diversas disputas, essas áreas seriam zonas neutras de pvp obrigatório, monstros e bosses de extrema dificuldade e difíceis de matar, porém o foco dessas áreas jamais poderia ser a experiência de leveling ou loot, mas sim a sobrevivência e o combate frenético. As facções estariam em intensas disputa, estariam preocupados em matar os super Bosses, matar as facções rivais e sobreviver. Não podem por exemplo ser aceito formação de grupo nessas áreas (precisa ser estudado). No final, conseguem as recompensas pela morte do Boss, se conseguirem mata-lo, apenas os membros da facção que causou mais dano à ele. Deve ser uma área com desafios difíceis pela sobrevivência. Para essas áreas podem haver por exemplo 3 divisões, até o lvl 20, do lvl 21 ao 40, e do level 41 ao 60, restringindo o acesso de cada area pelo level e títulos (vou falar sobre eles abaixo) dos jogadores. Novamente, o equilíbrio é tudo. Acho que pra uma ideia inicial nesse sentindo é isso.


IV – RANK E ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O PVP

  1. Um sistema de rank das mais variadas categorias deve haver em new world, é mais um objetivo a ser almejado pelos jogadores. Desde da divisão por quantidade de abate, até a divisão de level de colheita e ouro.

  1. Por exemplo, um divisão para o rank de abates e mortes, com algumas peculiaridades. Uma ideia inicial nesse sentindo seria: para cada abate que você conseguir no mundo aberto você soma 2 pontos no rank, para cada morte você diminui -1 ponto. Abater jogadores 10 leveis menores que o seu, você não pontua, morrer para jogadores 10 leveis menores que você, você perde -5 pontos. Matar jogadores com 10+ leveis maiores que o seu você soma 5 pontos. Deve haver também um sistema que pontue a assistência nos abates, para contemplar todos, principalmente aqueles que querem focar seus personagens em cura e proteção por exemplo.

  1. É preciso estudar também, como funcionaria o abate e a morte do jogador estando em um grupo.

  1. Durante a guerra os abates não contabilizam, há tão somente uma nota geral pela vitória ou pela derrota.

  1. O pvp em mundo aberto: deve acontecer num cenário mais justo possível, se o jogador for abatido por um grupo, o jogador que morreu não deve ter tantos prejuízos, isso se eles estiver solo, e o grupo que o matou não deve ter tantos benefícios, no fim o jogo deve contemplar sempre um ambiente justo e equilibrado. Consegue êxito por exemplo, aquele que tem uma melhor habilidade de combate, independente apenas dos itens que carrega, que montou uma emboscada bem sucedida, que atacou na hora certa, que conhece os limites do seu personagem, que sabe usar um contra-ataque, que combinou melhor seus pontos de habilidade, enfim. E na guerra vai vencer o que tem uma melhor estratégia, uma melhor tática, que sabe a hora de atacar, recuar. É preciso criar um sistema justo, durante o tópico vou deixar algumas outras ideias de como poderia ser isso.

  1. Basicamente é deixar claro que você ter um item lendário, não deve lhe tornar uma lenda.

  1. O jogo deve primar sempre pelo justo e o equilíbrio.

  1. Ayrton Sena e eu, cada um com uma Ferrari igual, mas no final a gente sabe o resultado, o melhor sempre ganha é claro, que nesse caso seria eu, obviamente, :rofl:. Mas deixando a brincadeira de lado, o que eu quero dizer com isso é que a vitória deve acontecer não porque o carro desse ou daquele é melhor, e sim porque naquele momento, naquela disputa, quem estava no volante foi melhor. Mantendo a analogia, na realidade atual, quem ganha é quem tem o melhor carro. Agora eu pergunto, atualmente, quem assiste, se entretém e se empolga com a Formula 1? É apenas uma analogia exemplificativa.


V – SISTEMA DE CONDUTA

  1. ​​Minha ideia principal neste item é o sistema de conduta junto com o faccionado renegado.

  1. Para entender minha ideia, primeiro quero que você entenda um pouco como ela é desenhada em minha mente. Eu dividi a conduta dos jogadores em duas, vou chamá-las de conduta azul e vermelha.

  1. Faço parte de uma facção, mas não gostei e quero mudar, posso? Depende, você está disposto a pagar o preço? Você será caçado por sua traição, seu nome estará nos murais das cidades e uma recompensa por sua cabeça será imposta, os membros da sua atual facção irão lhe caçar em busca da recompensa e de vingar sua traição.

38.CONDUTA AZUL: você ganharia pontos de conduta azul quando trabalhar em prol da facção, para cada boa conduta você ganha pontos de conduta azul, por exemplo, participação em guerras e invasões, abate de membros de outra facção, etc.

39.CONDUTA VERMELHA: seria o oposto da conduta azul, a cada “sabotagem” você perde a conduta azul, zerando sua conduta azul, ela fica negativa e começa a ficar vermelha, ao atingir uma certa quantidade de conduta vermelha você pode trocar de facção. Para ativar os pontos negativos de perda de conduta e ganho de conduta vermelha, você precisa encontrar um NPC que aparece em áreas aleatórias de vez em quando. Não pode ser previsível. Você fará uma missão que lhe permitirá realizar atos de traição ou sabotagem, como, por exemplo, matar membros de sua facção atual, a partir do momento em que você faz o primeiro ato de traição em busca de ativar a conduta vermelha, você já está marcado para morrer por causa da traição. Quanto mais atos de traição você fizer, maior será a recompensa por sua cabeça. Quando você trabalha contra a facção em busca de ser um renegado, sua cabeça está em alta e as punições são severas, ainda é preciso trabalhar nessa ideia, é apenas um esboço inicial.

  1. Uma das muitas consequências dentro da mudança de facção pode ser que o jogador perca todo o progresso de classificação, conquista e itens dentro dos armazéns de sua antiga facção, algo mais ou menos nesse sentido.

  1. Marechais e membros de altos cargos não podem mudar de facção. É preciso encontrar um título ou um limite em que a mudança é possível e o jogador se torna um renegado.


VI – TÍTULOS

  1. Acho que isso é uma oportunidade única.

  1. Implementar um sistema de títulos é um desafio e objetivo adicional para os jogadores almejarem dentro do jogo. Mas não é qualquer sistema. É um sistema único, grandioso e revolucionário.

  1. O que seriam os títulos? Primeiro, os nomes aqui são apenas para exemplificar algo que pode ser muito melhor trabalhado.

  1. Em primeiro lugar, cada facção deve ter seu “Marechal”, é mais um objetivo para os jogadores perquirirem dentro do jogo.

  1. O título de Marechal de uma facção nada mais é do que seu representante de honra e comandante máximo dentro do jogo, e esse título deve ser temporário e obtido por meio de eleição e / ou disputa em um grande evento de batalha entre os integrantes da facção, que preenchendo alguns requisitos e outros títulos pré-existentes poderão disputar essa posição.

  1. Mas para você ser um Marechal, você precisará primeiro ter alguns outros títulos, só então você poderá competir pela vaga de Marechal, em um grande coliseu, por exemplo.

  1. Todos os jogadores que foram inscritos para competir pela vaga do Marechal, competiram em um campeonato de disputa 1vs1 pelo título, até que remanesçam apenas dois que disputarão o confronto final pelo título de Marechal.

  1. Como você se qualifica para competir pelo título de Marechal?

  1. Para entender isso, você deve primeiro entender como isso é desenhado em minha cabeça:

  1. New World, a meu ver, tem uma grande oportunidade de revolucionar os jogos MMORPG. Uma chance de ouro. Faltam apenas alguns ajustes e um propósito único, grandioso e consistente.

  1. Minha ideia consiste em alguns “planos de carreira”, novamente são apenas nomes exemplificativos. Se você ama pvp, venha jogar New World, se você ama pve, venha jogar New World, sem você adorar criar e construir, venha jogar New World, se você gosta de andar pelo mapa e ser um explorador, venha jogar New World, se você quer ser muito rico e exibir suas conquistas, venha jogar New World.

  1. Em New World não deve existir aquela mesmice engessada de sempre, mago, cavaleiro, curandeiro, arqueiro, não, não e não. Em New World cada jogador montará sua própria “classe” de acordo com seu perfil, estilo de jogo e objetivos dentro do jogo. Por exemplo, você adora o pvp? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nesse quesito. Você ama o craft? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nisso. Você é um jogador mais focado no pve? Faço o mesmo, busque seus títulos e conquistas para você conseguir se destacar nessa area. O que eu quero dizer com isso é que com um sistema único e infinito você pode finalmente moldar seu personagem de acordo com suas pretensões, nenhum personagem será igual ao outro. Você quer usar bastões mágicos com foco no pve? Você então buscará dentro do jogo quais conquistas e títulos combinaram com sua maestria, itens, perfil, status, pretensões, enfim, as possibilidades são infinitas.

  1. Eu acredito que cada facção precisará de jogadores das mais diversas áreas, jogadores com habilidades de pvp, jogadores com habilidades de pve, jogadores com habilidades de artesanato, jogadores com muito dinheiro para financiar a manutenção das cidades e guerras, todos são importantes dentro de New World, independente do level e perfil do jogador, todos têm um papel dentro do jogo.

  1. Se o jogador quiser ser um expert em combate pvp, ele vai buscar uma carreira ideal que se encaixe com o seu perfil e lhe proporcione isso, primeiro focar em um titulo máximo e nas combinações de conquistas adjacentes que ele achar melhor para seu estilo, como por exemplo: General ( mais focado em combate corpo a corpo), Alquimista-mor( mais focado em dano magico e bastões mágicos), Mestre-Sacerdote (dano magico e cura), etc... São apenas alguns nomes exemplificativos.

  1. Se o jogador quiser se especializar em lutar contra bosses e monstros épicos e lendários, ele buscará o título e os caminhos para ser um Mestre Caçador.

  1. Se o jogador quiser ser um Mestre Artesão, com crafts poderosos, valiosos e exclusivos, que só ele pode fazer, então seguirá este caminho profissional.

  1. Se o jogador quiser ter muito dinheiro, com grandes aquisições, vantagens comerciais, casas, ele buscará o título de Barão-mineiro.

  1. As possibilidades são infinitas, as combinações de maestria, armas, estilo de jogo, títulos, interesses, objetivos, tudo, é um imenso mundo a ser explorado.

  1. Com alguns ajustes aqui e ali, este jogo se torna o melhor.

  1. Exemplo disso? Se você quer ser um artesão, seus serviços serão solicitados, pois somente você poderá fabricar certos itens com a possibilidade de conseguir modificações raras e valiosas, por exemplo, somente você poderá esfolar certos monstros que precisam um alto grau de maestria, e esse nível apenas os artesãos podem alcançar.

  1. Neste ponto do item, seria um mundo extraordinário, se New World seguisse esse caminho: Se ao invés de todos os monstros soltarem o mesmo item por exemplo: “couro cru”, por que não soltar itens específicos, como: couro de lobo, couro de coelho, couro de crocodilo, isso iria expandir um universo de craft extraordinário, um mercado único, os jogadores quem quiserem ser artesões teria algumas vantagens ao escolher essa carreira, só eles que poderiam esfolar alguns monstros e manejar crafts mais complexos. Esses comentários são apenas algumas ideais e exemplos que precisam ser explorados e trabalhados.

  1. O mesmo vale para o jogador que quer ser um Barão-mineiro, você com esse título máximo, pode ir até o nível 100 de mineração por exemplo. Sem o título, você só pode ir até 50, por exemplo. São ideias e combinações infinitas.

  1. O mais importante é que cada título tenha um “Plano de Carreira”.

  1. Por exemplo, se o seu forte é o combate corpo a corpo e você é focado no pvp, eu diria que você ia querer seguir a carreira de General, começando com o primeiro título de soldado, depois de algumas conquistas torna-se sargento e assim por diante até chegar ao último posto de general. Os nomes são apenas exemplares. Se esse é o seu propósito dentro do jogo, estar focado na guerra, combate corpo a corpo e no pvp, você vai buscar fazer conquistas e adquirir os melhores títulos que combinem com seu personagem, itens, maestria, etc.

  1. Ou talvez você queira dominar a arte da magia ou da cura e seguir a carreira de curandeiro ou mago. De qualquer forma, as possibilidades são imensas.

  1. O segredo e o desafio seria encontrar a melhor construção para o seu perfil, entre seus títulos, maestria, equipamentos, atributos e finalidades, por exemplo, você é um grande jogador de pvp, a lenda do combate, porém, em uma invasão de monstros os jogadores mais focados no pve, que são especialistas em abater monstros, teriam uma pequena vantagem nesse quesito, já que essa seria sua especialização. Mas cuidado, não são apenas os caçadores que poderão matar ou impactar os lendários bosses e monstros, apenas terão uma ligeira vantagem neste aspecto, pois essa seria sua carreira e função dentro do jogo, eles nasceram para isso.

  1. Se um jogador quer estar focado no pvp, mas também quer uma melhor performance para matar monstros, por exemplo, ele deve investir um pouco mais para ter uma melhor performance na luta contra monstros, e encontrar qual combinação de títulos é melhor para ele. Existem desafios e possibilidades a serem estudados, que cada jogador terá que descobrir dentro do jogo, qual o seu perfil?!.

  1. Por exemplo como seria um modelo disso na minha cabeça:

Exemplo 1
Eu quero ser um jogador focado no pvp e combate corpo a corpo:

Carreira de General
I - Título de soldado: +3 de força
II - Título de sargento: +2% de dano com arma de uma mão contra players
III - Título de tenente: +2% de resistência física e magica contra jogadores
IV - Título de capitão: +5 de força
V – General: +5% de danos contra player segurando arma de uma mão ou escudo

Exemplo 2
Eu quero ser um jogador focado no PVE e combate a distância:

Carreira de Grão Mestre Caçador
I – Título caçador 1: +3 de destreza
II –Título caçador 2: +5% de dano contra monstros
III – Título caçador 3: +5% de resistência contra monstros
IV – Título caçador 4: +5 de destreza
V – Grão Mestre Caçador: +10% de dano a distância contra monstro

  1. Os bônus dos títulos dentro do jogo, é algo a ser estudado e trabalhado cuidadosa e profundamente.

  1. Neste sistema, novamente, apenas um exemplo, cada jogador só poderia habilitar um único grande título principal ou plano de carreira principal e ter um número limitado de especializações menores. É um universo a ser explorado.


VII – LIMITES E PENALIDADES

  1. Aqui não tem muito segredo, o jogo precisa ser o mais amplo possível, não deve haver muitas restrições de uso de itens, você pode usar o que quiser, desde que preencha alguns requisitos.

  1. Os status precisam ser melhor trabalhados. Combinar determinada quantidade de atributo necessário para usar um item e/ou upar uma habilidade de maestria é algo que pode ser bem melhor trabalhado. Pode acrescentar também combinações com os títulos e plano de carreia. São muitas possibilidades.

  1. É preciso haver sistema de penalidades para ganho de experiência e formação de grupo, tanto para pve como pvp. Isso evita uma serie de problemas dentro do jogo, por exemplo, que players inexperientes e leveis baixos sejam “carregados” por outros jogadores até um momento do jogo ao qual eles não deveriam estar.


VIII – ÁREAS EXPLORÁVEIS E MONSTROS MISTERIOSOS

  1. Em primeiro lugar, para entender como isso está em minha mente, isso deve ser encarado como algo extremamente raro e completamente aleatório.

  1. A ideia não é algo: “Eu vou entrar no jogo e fazer isso”. NÃO, você não vai.

  1. É algo assim: você está caminhando no mundo aberto, no meio do nada, não é um lugar específico, não é um monstro específico, não é um momento específico, é simplesmente aleatório, não é um respawn fixo, não é você quem decide, não há cálculo, não há uma forma de você “farmar” isso, é algo totalmente imprevisível, ao acaso e por sorte.

  1. De repente você vê, não sei, um coelho diferente (monstro mistérioso), você mata e quando analisa e você tem a POSSIBILIDADE de conseguir algo valioso, veja só, eu disse que você tem a POSSOBILIDADE, por exemplo, de conseguir uma pedra valiosa, ou um componente que pode ser usado para um craft valioso, etc. Veja bem, e atenção, além desses monstros misteriosos aparecerem de maneira totalmente aleatória, a chance de conseguir alguma coisa deles também é totalmente dependente da sorte.

  1. Outra coisa que poderia existir com a mesma ideia, são áreas e / ou objetos exploráveis. Uma gruta misteriosa por exemplo, uma garrafa no meio do rio, um arbusto, coisas que o jogador tem a opção de explorar ou entrar. Mas, novamente, são coisas totalmente aleatórias, que não estão disponíveis para sempre, possuem um curto período de tempo para serem exploradas.


IX – OUTRAS IDEIAS POSSÍVEIS


  1. Futuramente, caso a comunidade e o jogo queiram implementar montarias, ou algo do tipo, é preciso criar um sistema totalmente equilibrado e muito bem elaborado, e que não tenha grande impacto na jogabilidade, eu tenho uma ideia inicial para esse sistema, onde a montaria serve ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE para o deslocamento. E o jogador terá que pensar com muito cuidado se vale a pena usá-la para uma determinada viagem.

  1. O jogador não poderá usar a montaria o tempo todo.

  1. Haverá restrições de área para montarias.

  1. O cavalo terá uma barra de energia que tem um tempo de recarga considerável, se o jogador quiser ir para uma área muito longe o cavalo pode ficar cansado, se não tiver condições para suportar a viagem, e assim ele entrará em “tempo de recarga”. O cavalo ficará na mesma velocidade de um jogador se movimentando, até que ele possa novamente desenvolver velocidade, ele poderá fazer isso somente após um determinado percentual de energia recuperada. O jogador não poderá realizar ações em cima do cavalo. Se o cavalo ou o jogador for abatido, o jogador cai e terá que decidir se corre atrás do cavalo, foge ou vai para o duelo. O jogador precisa ir até o cavalo caso perca o controle dele e o animal saia correndo pela floresta. O jogador não pode fazer algo como assobiar e o cavalo aparecer misteriosamente. Caso o jogador se perca do seus cavalo ao fugir dos inimigos por exemplo, passado algum tempo o cavalo dará respawn na cidade onde o jogador tenha feito seu “check-in”.

84.Os acampamentos devem ter estábulos para o cavalo descansar e recuperar as energias mais rapidamente, porém não deve ser algo instantâneo. De qualquer forma, há muitas variáveis em mente para isso.


X – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Eu tenho várias outras ideias, mas por enquanto acho que é isso.

O mais importante é que o jogo entregue uma gama infinita de possibilidades alinhadas as mais variadas formas e estilos de jogos. Se você gosta do pve, você vai ter suas inúmeros funções e caminhos para de divertir e crescer dentro do jogo, benefícios de craft, farms, você pode ter um papel de destaque nas invasões de monstros e lidar com bosses difíceis, você pode conseguir riqueza e gloria nesse seguimento e estilo de jogo, igualmente se você gosta de pvp, com as intensas guerras e os espólios das batalhas pvp. Acredito que em New World toda facção vai precisa de bons jogadores de pve, com os benefícios que estes jogadores podem ter para lidar com monstros poderosos, crafts, colheitas, mineração, como também precisar do talento de bons jogadores de pvp para as batalhas e guerras. Basta encontrar o equilíbrio do sucesso.

Essas são minhas considerações em face desse primeiro contato com o jogo.

Espero profundamente que o jogo não seja apenas mais um no meio de tantos outros horríveis que já existem.

A Amazon tem plena capacidade e poder para revolucionar mais esse mercado.

Espero que alguma coisa aqui tenha contribuído com algo, e torço pelo sucesso do jogo.

E continuem sempre olhando para o Brasil, aqui também tem mercado e pessoas capacitadas para fazer muita coisa pelo mundo, tanto real como virtual. Abraços!
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2020.08.15 17:00 Surt3p Quanto deve ceder a um relacionamento?

Em 2016 eu conheci uma menina em um aplicativo de relacionamentos, (vamos chamar de Ruivinha) eu com 16 anos e ela me dizia que tinha 16 anos também e eu realmente gostei dela, ruiva, gente boa, dava atenção e engraçada. E depois de meses de conversas era fato que estávamos gostando um do outro, tanto pelas palavras quanto o tempo que dávamos um ao outro, e realmente gostei muito dela, e até que chegou um momento que os dois estavam meio 🔥 e a conversa foi realmente mudando de direção. Depois de muitas conversas e fotos +18 (ironia pq os dois eram menores mas ok kkk) estava um clima bom, e realmente queria a conhecer pessoalmente e tudo mais mas ela sempre dizia que a família era muito fechada e não a permitia sair, mas ela me atentava e mesmo assim tentávamos sair ou de um jeito se encontrar. E eu ocupado com curso Tecnico e colégio fui me afastando aos poucos para focar nos estudos, mas mesmo assim querendo realmente conhecer ela porque gostava. Até que um dia meio que tudo ficou confuso, quando ela mandou umas fotos repetidas +18 e com legenda diferente e tipo nem fazia sentido ela ter mandado aquilo para mim naquela hora. E então descobri que ela realmente tava meio brincando comigo e mais uns 5, e então descobri no mesmo dia que ela tinha 13 anos e iria fazer 14 e eu fiquei realmente confuso e preocupado (e não ela não tinha feição tão jovem e corpo de menina nova, e todas as redes sociais estavam mais velha e até por ligação a voz e vídeo o jeito dava a entender que era mais velha mesmo) e fiz umas das coisas que mais me arrependi na vida porque fiquei com ciúmes e com raiva, criei um Google drive do 0 upei as fotos dela e mandei com um link para a avó e a mãe dela falando o seguinte: “Eu gosto muito dela, nossas idades são diferentes e nada impede de no futuro realmente termos uma coisa séria com mais maturidade, mas eu realmente quero que vocês deem atenção porque ela está se expondo muito na internet e isso pode vazar e conhecendo bem sei que isso pode acabar mal.” A mãe dela me xingou e falou que eu era um cuzao a vó dela me pediu perdão não sei porque, e ficou preocupada e a menina me xingou muiiiito mas muito e no final tudo se acalmou. Passou se uns anos e ela me chamou de novo em meados do final de 2017 e eu tinha terminado o ensino médio e um relacionamento que tive também e eu e a Ruivinha viramos amigos realmente, ela tem muitos problemas psicológicos e eu sempre ajudei como amigo e tudo mais e realmente curtia a amizade nossa, até mesmo que nossas idades era meio diferentes mas ela me respeitava muito e o que tinha acontecido ficou para trás e virou uma amizade tranquila. Mas no final do ano de 2019 mudou muita coisa, ela tava com 16 anos e eu com 19 e ela deu muita moral, e eu me interessei por ela, tínhamos todos mudado muito e eu imaginei que estávamos mais maduros, e um belo dia ela me chamou para comprar material junto com ela, e eu fui na casa dela, conheci os avós que me amam até hoje e mandam figurinha todos os dias kkkkk, a mãe dela também que surpreendentemente gostou muito de mim, e foi um primeiro encontro totalmente diferente mas eu gostei da pessoa que eu encontrei, ela realmente tinha mudado muita coisa, e foi indo assim por vários finais de semana consecutivos, e estávamos em um relacionamento sem nada oficializado, eu conheci toda a família ajudava em o que era preciso, e gostava de estar inserido na família mas umas coisas do relacionamento me deixavam meio intrigado, tipo pela internet ela era muiito 🔥 e juntos ela era outra pessoa, ou o fato dela não gostar muito de beijos e também ter preguiça para qualquer coisa que envolva sair, não demonstrar afeto, ser meio seca as vezes e não termos muitos momentos casal, mas foi isso por 4 meses até o início da quarentena e nós brigarmos por um motivo fútil, estava a 2 anos desempregado apenas fazendo uns bicos, e eu fui contratado em um emprego booom, e eu fiquei feliz com isso que estava lutando a tempos e eu chamei ela para vir em casa comemorar cmg, comer uma pizza com minha família e tudo mais, e depois ver um filme a sós, um momento nosso, e ela me disse a seguinte frase “você só pensa em me comer” “só quer sexo” e eu sem entender nada, ouvi muiita merda (detalhe nunca tínhamos transado antes e eu sou super delicado com esse assunto até por nunca ter acontecido) até aquela história das fotos foi revivida e eu me explodi, cansei disso e terminei com raiva pq ela não sabia o que tava acontecendo comigo depois desse tempo todo saindo da depressão e ter conseguido arrumar um emprego e na hora de comemorar ela me dizer isso. Me magoou muito isso e até hoje não me desce, mas no outro dia parei para pensar e queria conversar disse que não queria terminar realmente mas queria que ela entendesse meu lado, e ela surtou que um dia eu termino no outro quero voltar, não voltamos mas ficou um clima de romance voltando, era apenas se encontrar que rolava algo, mas depois foi meses sem poder ver ela, sem ligação, momentos instável no relacionamento eu querendo ver ela mas nunca era possível e a desculpa de quarentena para mim e churrasco em família todos os finais de semana, mas eu tava conseguindo fazer ela vir em casa no meu aniversário pq realmente estava com sdds dela e é uma data bem especial, (minha família fez o teste para umas coisas e para que eu pudesse ir buscar ela no meu aniversário “dia que estou escrevendo que foi por água a abaixo qualquer animo para esse dia”) e uma semana antes do meu aniversário eu tentando reconquistar ela todos os dias, sendo quem sou e tentando ser bom para ela (muitas vezes fodendo com meu psicológico) e eu descubro que sou um brinquedo que ela usava para destrair e que não era nada mais e que mesmo ela dizendo uma coisa ela tava sentindo outra, e que eu tudo que eu tava fazendo por uma história de 4 anos foi em vão. Brigamos feio e depois que eu desisti de tudo e falei o que realmente tava sentindo e fiz ela se achar um monstro só mostrando coisas que ela fazia e nem se tocava disso, tem indiretas até hoje, eu surpreendentemente estou bem, tenho muitas saudades dos momentos bons mas prefiro meu bem estar mental.
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2020.07.24 19:45 TheGoldenMorn Me sinto um peso morto e procrastinação me consome

Já acompanhava esse sub faz um tempo, mas decidi colocar pra fora depois de ver uma situação parecida com a minha aqui. Bom, basicamente eu me sinto um 0 a esquerda em quase todos os aspectos da minha vida. Vou tentar resumir a história, apesar de ser longa, pra depois falar de situações mais específicas em que vivi.
Desde que me entendo por gente, fui um procrastinador. E a única coisa que me fazia não procrastinar eram crises de pânico que me causavam noites de insônia, ansiedade, perda de apetite e todo o pacote de crises desse tipo, geralmente tudo isso acontecia na escola. No término do 3º ano do EM, aprovação do vestibular e entrada na faculdade passei a ter crises surrealmente fortes, passei por tratamento psiquiátrico e psicológico, comecei a tomar medicação. Bom, eu me senti melhor, de verdade. Parei de ter crises de pânico, parei de ter noites de insônia, conseguia me manter mais calmo. Mas, a procrastinação continuou. E isso foi me afetando de outras maneiras. Eu tinha uma namorada desde o Ensino Médio, no final da faculdade ela me deixou quando conseguiu avançar na carreira. Não a julgo, quero dizer até julgo um pouco, mas eu não estava construindo nada. A procrastinação agora agia sem um freio. Antes, regulada pela ansiedade, eu parecia combater um monstro com outro, agora eu simplesmente pareço não conseguir controlá-la. E isso me atinge demais. Bom, após isso tudo, comecei um outro relacionamento e minha vida continuava indo de mal a pior: briguei feio com meu pai, fiquei expulso de casa umas semanas, até capotei o carro e dei PT (um dos motivos pra briga com meu pai). Pra fechar com chave de ouro, minha namorada engravidou. Eu sempre quis ter filho, sempre me vi como um pai, sempre amei crianças, mas o timing foi o pior possível. Minha família me apoiou muito, eu e meu pai fizemos as pazes, a família da minha namorada também, na medida do possível (e eu entendo o lado deles, afinal eu era basicamente um cara que vivia de bicos que engravidou a filha deles num relacionamento recente).

Passado o susto, comecei a estudar pra concurso já que minha área de formação não tinha perspectiva a curto prazo e a procrastinação me consumia diariamente. Tentei elaborar estratégias, mas sempre fugia das obrigações. Tentei fazer o amor pelo meu filho me motivar e me motivou, mas não o suficiente para que eu conseguisse a aprovação. Minha namorada e eu começamos a morar juntos e passamos a brigar MUITO. Meu filho nasceu e eu nunca amei tanto uma pessoa na vida. Foi o momento mais sublime que eu poderia esperar receber como um ser humano. Inspirado nisso, comecei um emprego intermitente horrível que me pagava muito menos que um salário mínimo e ainda me fazia levar bastante trabalho pra casa. Saí depois de um ano quando começaram a atrasar os salários. Foquei num concurso e passei muito bem, mas exigia teste físico e eu estava bem acima do peso (princípio de obesidade). Meus pais se ofereceram pra pagar um personal trainer, mas era caro e tentei fazer exercício na academia. Não consegui bons resultados, comecei a ter crise de ansiedade e aceitei o personal. O personal disse que eu estava muito em cima da hora pra começar com ele, mas podíamos tentar. Comecei a ter dores, tonturas e fisgadas o suficiente pro personal dizer que não daria, que eu poderia ter um infarto ou algo do tipo se continuasse nesse ritmo. Nisso, a mãe do meu filho me deixou. Vivemos com guarda compartilhada e, apesar de ver meu filho sofrendo muito de saudade de mim ou dela, sei que está melhor assim. A relação se tornou mais sadia, muito mais. Continuei tentando focar pra concurso, QUASE passei em um muito bom aqui na minha cidade, mas não consegui. Depois disso, veio a pandemia. Não tenho concurso pra fazer, não tenho bicos pra arrumar dinheiro, basicamente recebi o auxílio emergencial e tô tentando recuperar meu fôlego diário pra estudar. Eu amo ser pai do meu filho, participo de tudo o que posso na vida dele, me sinto uma pessoa útil e boa quando tô com ele. Eu sei que minha família se esforça muito por mim, por me sustentar, me ajudar a sustentar meu filho. Mas, ainda assim, não consigo me focar pra estudar ou arrumar um emprego. Eu não entendo, sabe. AHHHHH...

Tirando essa timeline, aqui vai alguns desabafos: Eu desenvolvi depressão nos últimos anos, acho que dá pra ver pelo meu texto. Tinha deixado de ir pra psicólogos desde 2014 e voltei recentemente, antes de terminar com a mãe do meu filho. Passei a tentar combater meus problemas mais ativamente como a psicóloga aconselhou, coisas como: tinha problemas de auto-estima por conta do peso, ficava muito tempo parado em casa, me comparava demais com outros, então desde que "quase" passei no último concurso, sabendo que poderia ter uma recaída na bad, foquei em exercícios físicos, uma vida mais saudável e dieta. Consegui perder 8kg. Corria/caminhava 6km quase todo dia. Veio a pandemia, perdi a psicóloga (o plano não adaptou pra consulta online), parei de correr fora de casa, tentei adaptar pra me exercitar em casa mesmo, mas não era a mesma coisa. Não tinha mais concursos pra estudar, não tinha mais pessoas pra interagir. Eu moro numa cidade que a pandemia está começando a "cair" depois de ter atingido o pico, então meus pais começaram a chamar pra fazer exercícios aqui na rua de casa mesmo, sem muito movimento. Tô tentando voltar a estudar pra concurso, mesmo sem perspectiva de reabertura. E, não sei, eu queria fazer diferente. Já são 27 anos da minha vida comigo sentindo isso. Queria saber como combater. Eu quero poder sustentar meu filho, ter independência financeira... Minha família é classe média, mas sempre vivemos apertados. Mesmo assim, eles sempre tentaram me ajudar, mesmo eu sendo uma pessoa complicada. Sei lá, eu sinto como se tivesse algo de errado comigo, como se eu fosse o mais próximo de "amaldiçoado" geneticamente.

Sabe quando capotei o carro? Cara, eu não tinha bebido, eu não dormi no volante, eu não estava distraído, eu não estava dirigindo rápido, eu estava simplesmente andando a 60km/h numa reta, meu pneu estourou, eu senti um solavanco, tentei frear, o carro girou na pista e eu capotei algumas vezes. Saí incólume, só com um arranhão num braço, mas sem entender absolutamente nada e com o carro dando perda total. Virou até uma piada interna da família porque ninguém acredita veementemente na minha versão. Recentemente, comecei a me relacionar pela internet com uma garota e no começo, como toda relação costuma ser, foi incrível, mas agora já sinto o peso de tudo isso que vivi novamente. Ela é muito bem de vida, o pai dela é bem rico e, mesmo eu sempre deixando claro das minhas condições financeiras e ela procurando ser compreensiva, eu sei que uma hora isso vai pesar na relação. Sempre pesa. Sei disso porque já me aconteceu duas vezes. Não é interessante ser alguém fracassado na vida. Ainda mais sendo homem (e isso eu não digo falando que homem sofre mais, estou querendo dizer que até nisso o machismo atinge os homens quando você é visto como sendo "sutentando" pela companheira). Ainda mais sendo pai.

Eu nem falei tudo que queria, mas vou parar agora porque o texto tá surrealmente grande. Sei lá, na minha cabeça ter narrado essa timeline bagunçada pareceu importante. Peço perdão por isso. Agradeço só de alguém ler. Alguém aí já conseguiu combater esse mal que me assola? Força a todos.
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2020.07.08 19:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #13 Gorgon (Rider)


https://preview.redd.it/eszycefe2o951.png?width=510&format=png&auto=webp&s=9b7808f5ce519c71794a2c533c921c6d2d95c00b
O nome verdadeiro de Rider é Medusa, o Gorgon da mitologia grega. Em vez de ser um Espírito Heroico comum, ela é uma existência mais próxima de um Espírito Divino, mas suas ações tornaram melhor categorizá-la como um "anti-herói mais próximo de um monstro". Com suas irmãs mais velhas Stheno e Euryale , eles formaram as três irmãs Gorgon que habitavam a ilha informe. Ela era conhecida como a "mulher que domina", um anti-herói que se tornou como tal devido aos pensamentos sombrios dos seres humanos. Diferente de alguém como Hassan-i-Sabbah, que era um herói que realmente existia, ela é considerada uma das lendas nascidas pelo acúmulo de crenças.
A lenda da Medusa é diferente da sua vida real. Dizia-se que ela era uma besta meio humana e meio deus, muitas vezes retratada com a forma de uma cobra. Originalmente ela era uma deusa da terra. Enquanto todas eram mulheres originalmente bonitas, ela e suas irmãs foram odiadas pela esposa de Poseidon por causa de seu amor por elas. Atena, com ciúmes de seus lindos cabelos, os transformou em demônios. Isolando-se em um templo sem luz na Ilha Shapeless, eles só atacaram os seres humanos por uma razão. Eventualmente, como vítima das ações irracionais dos deuses, ela deveria ter sua cabeça cortada por seus caprichos. Derrotado por Perseus, refletindo sua petrificação de volta para ela com seu escudo espelhado, Pegasus, filho de Poseidon, teria brotado do sangue de seu pescoço sem cabeça.
Fate/Hollow Ataraxia Rider é freqüentemente encontrada na Casa Emiya, sempre se envolvendo em sua paixão pela leitura. Ela tem um relacionamento provisório com Shirou (na verdade, Avenger disfarçado), no qual eles passam um tempo lendo juntos em seu quarto. Ela tem um emprego de meio período no mercado e tende a sair sozinha para se divertir, revelando seu gosto pela piscina em Shinto. Apesar de ter se tornado mais aberto com as pessoas, é óbvio que suas ações são realizadas principalmente com Sakura em mente, chegando ao ponto de parar de fazer as coisas que ela gosta para apaziguar seu Mestre.
Quando Avenger percebe a verdade e decide terminar o ciclo temporal em andamento, Rider ajuda os outros Servos a impedir a invasão das Bestas Lobo das Sombras durante o eclipse de Fuyuki. Em parte devido à sua ajuda, Avenger chega ao Graal e se esquece.
Em seu cenário Eclipse, as costas de Kibisis Rider, juntamente com Sakura, aparecem nuas na frente de Shirou e o seduzem com seus lindos peitos grandes em trio. No entanto, eventualmente, acontece que todo o cenário é apenas a ilusão de Rider lançada por seu Breaker Gorgon, enquanto ela tentava convencer Shirou a perseguir Sakura de forma mais agressiva. No entanto, no meio, Shirou percebe a verdade e inverte seu feitiço, revelando que Rider tem sentimentos profundos por Shirou. Aparentemente envergonhado por toda a situação, Rider apagou todo o sonho da mente de Shirou e, ao acordar, Shirou não se lembra do evento, embora Rider obviamente o faça. Ela pensa em agir de acordo com os sentimentos que teve com o sonho, mas fica de lado pelo bem de Sakura mais uma vez.
Fate/Unlimited Codes Ela é conhecida como a Serpente Negra Enfeitiçada.
Sua história de arcada segue de perto a rota Heaven's Feel. Quando Sakura removeu seus feitiços de comando, a conexão entre os dois foi desconectada e Rider está livre. Sakura pediu a Rider para proteger Shirou e formar um contrato com ele. Rider decidiu cumprir seu pedido final antes que Sakura fosse consumida pelo Graal. Como ela ainda é forte com a mana que Sakura forneceu, ela estava preparada para desaparecer deste mundo. No entanto, Rider decidiu cumprir seu dever como serva de Sakura.
Rider encontra Caster em sua luta no templo Ryuudou. Caster cumprimenta seu intruso e pede seu motivo para lutar, considerando Rider, uma Serva perdida que foi expulsa por seu Mestre como o lixo de ontem. Rider afirma que quer o Santo Graal e questiona Caster se existe alguma diferença entre um humano ou um Servo querer colocar as mãos no Santo Graal. Caster responde que, desde que o desejo seja sincero e ela possa dizer que Rider está disposto a fazer o que for preciso para se apossar dele. Mas Caster considera que isso não é motivo suficiente para lutar; portanto, deve haver outro motivo pelo qual Rider deseja o Graal. Caster argumentou que Rider poderia ser dedicado ao próprio ritual. Rider decidiu derrotar Caster, pois ela seria capaz de usar o Graal branco ou preto muito bem e eles nunca se davam bem.
Fate/Tiger Colosseum A rota de Rider no jogo mostra que ela está animada para começar o dia com a esperança de experimentar um novo par de óculos de tigre que promete aumentar o poder do usuário. No entanto, ela rapidamente descobre que os óculos foram roubados e a janela da sala se abriu. Concluindo rapidamente que era um ladrão, Rider começa sua agitação por toda a cidade, recrutando um Arqueiro relutante e falhando em obter a ajuda de Caster.
Por fim, descobriu-se que Rin era o culpado por trás do roubo dos óculos e enquanto Rider a derrota profundamente depois de envergonhar Rin em uma luta, ela descobre que as próprias travessuras de Rin arruinaram todas as propriedades mágicas dos óculos. Quando Rider ficou envergonhada por seu fracasso, é revelado que os óculos não eram potentes, mas o tamanho dos seios minimiza, um fato que Caster provoca Rider.
Fate/Extella
Medusa aparece como personagem jogável. Ela é membro da festa de Tamamo no Mae, junto com Tamamo, Karna, Lu Bu e Elizabeth Bathory.
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2020.06.15 17:35 rapazchecafora Minha namorada bateu na mãe

conta "joga fora" por motivos óbvios.
O titulo ja diz tudo e eu, dei meu ombro a ela que está bem mal com a situação.
A real é q ele vive em um relacionamento abusivo com a mãe q só quer saber de dinheiro.
A mae dela não trabalha, vive fazendo dividas e pondo pra minha companheira pagar.(exp prometer presentes para parantes e por ela pra pagar)
acontece que com a pandemia minha companheira ficou desempregada , pegou o FGTS pra fz a reforma da casa e usou a primeira parcelo do seguro desemprego para pagar débitos da mãe, a segunda parcela ela acabou comprando eletros que a mãe queria.
mas há 15 dias, a mae dela quis dinheiro pra uma nova cama. Ela disse q não tinha condição de se endividar pq o seguro estava acabando e com a pandemia ela não sabe até q dia pra vai ficar sem emprego. Então a mãe começou a xingar ela de ruim, miserável, que achava filha melhor no lixo, que tinha desgosto de ter uma filha q nao dá nada a ela. Foi nesse momento q minha amada explodiu e agrediu a mãe.
minha companheira não é violenta, é do tipo q chora se vc subir o tom de voz, mas estourou, ela me falou q teve um apagão e só lembra do q teve depois da merda já feita.
Tem mto mais coisa acontecendo agora, mas sendo a pessoa q ela desabafa, tbm preciso desabafar.
Pessoas desse SUB, não se sintam mal por terem reagido a abusos que familiares fizeram com voces. vocês são vitima, não achem ok serem fodidos gente só pq é seu pai, mae ou o caralho a 4. vocês não são monstros. Monstros são essas pessoas que abusam de vc's!
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2020.06.10 05:04 strigon_team Sozinho para Sempre

Este relato é verdadeiro e desagradável. está é a minha realidade.
Sonhei sempre em ter uma família, ser bem sucedido e etc. mas isso é impossível porque nunca trabalhei, tenho 20 anos. E também queria ter uma namorada mas também é impossível, o motivo? Não sei, elas sempre ficam com outros caras, eu devo ser um demônio, monstro ou alien, coisa do tipo, e ainda dizem que sou bonito, mas ninguém quer ser meu amigo muito menos além disso.
Pois estão, não sei o que fazer.
Tou certo que vou passar a vida inteira sofrendo sonhando com uma esposa, emprego e etc. Isso tá me corroendo por dentro e vai explodir algum momento, e quando isso acontecer, vou virar mais um no cemitério ou na prisão.
Eu sou uma pessoa boa mas nao ganho nada por isso. Nem ninguém sequer desejou ser meu amigo e etc.
É assim mesmo.
Cada dia, é preto e branco.
Nunca, nunca vou ter uma namorada, nem amigos, e se eu morrer ninguém vai sentir minha falta, eu sou literalmente um Zé ninguém.
Obrigado por quem leu.
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2020.04.15 03:27 Almadart Netflix

Faz um tempo que a gente mora junto, como amigos. Ela estava cansada da família dela, eu da minha. Decidimos morar juntos. Agora eu vejo TV na sala, depois do trabalho. Ela sai do quarto, passa na cozinha, come um pão e vem. Fica parada olhando a tela, sem se sentar no sofá. Que tédio essa vida. Já não sinto prazer nessas coisas que tem na Netflix, qualquer coisa que eu assistir não vai servir pra me trazer uma revelação sobre o universo ou me dar um emprego melhor. Eu também não sou inteligente o bastante pra aprender alguma coisa que mude minha vida vendo Netflix. Se é que essas pessoas existem. Céus, como eu tenho vontade de pegar ela. Viver solteiro com alguém do sexo oposto é um inferno. Claro que eu não posso fazer nada.
Ela olha por mais uns cinco segundos e depois volta pro quarto. Eu fico assistindo o desenho até dormir no sofá mesmo. De manhã, acordo, acho estranho ter dormido aqui, me arrumo pro trabalho e tudo começa de novo.
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2020.03.24 18:32 Personal-Goat Eu sou muito improdutivo

Oi, pessoal!
Acho que ficou meio compridinho o post, mas tem tl;dr no final. Enfim...
Me mudei de cidade (e de estado) esse ano pra fazer faculdade. Como eu tinha uma boa quantia de dinheiro que guardei em um período que trabalhei durante o meu Ensino Médio, e como eu estava certo de que ia conseguir um emprego logo (mesmo com a faculdade sendo em tempo integral), resolvi morar sozinho, sem me preocupar com despesas muito altas (embora as minhas não sejam tão altas), pq eu não queria morar com gente que não conheço (talvez eu seja meio fresco, mas isso não vem ao caso).
Não consegui emprego nenhum (eu tava pensando em trampar de ifood) e, agora com o coronavirus, eu estou de quarentena na minha casa, pois a minha faculdade parou as atividades (e eu não vou sair pra procurar emprego bem nessa época né).
Estou sozinho em casa e isso é horrível. Não é horrível por eu estar sozinho ou algo do tipo (até pq eu gosto da solidão), é horrível pq me torna improdutivo. Eis a minha rotina diária: acordo muito tarde (de meio dia em diante), vou cozinhar meu almoço (passo um tempão na cozinha pra isso), vou ver algum filme ou anime enquanto almoço (tenho bastante coisa baixada no meu HD, e não pretendo deletar nada, mesmo com essas coisas me ajudando a ser improdutivo) e acabo passando a tarde toda vendo essas coisas, aí de noite eu tomo banho e como, e aí fico vendo memes ou assistindo algo até de madrugada (e no dia seguinte o ciclo se repete)...
Enquanto isso... Eu havia prometido pra mim mesmo que eu ia me matar de estudar durante esse período (minha faculdade é de exatas e meu ensino médio foi uma bosta em Matemática, o que está me fazendo sentir MUITA dificuldade e acabo ficando bem mais atrasado que o resto da minha turma). E como se já não bastasse isso, meus professores estão dando aula EAD. Eu não tenho como assistir essas aulas, pois não tenho internet em casa (apenas internet móvel no celular, mas esse tipo de aula consumiria todos os meus dados móveis, sendo que posso acabar precisando para situações emergenciais), mas no mínimo eu deveria estar "correndo atrás" do conteúdo, estudando por conta. Tô achando que as aulas vão voltar e eu vou reprovar ou algo do tipo, simplesmente pq estou sendo muito idiota agora. Tenho vários livros em pdf e alguns que peguei na biblioteca da faculdade, de matemática do ensino superior e até de ensino médio, que eu ia usar para estudar e poder acompanhar a matéria que estou perdendo por não assistir as aulas.
Ah, e eu esqueci de dizer antes que por causa dessa minha rotina "preguiçosa" e improdutiva nesse período agora, minha casa está imunda e tem um monte de louça que vou deixando acumular, e acabo não fazendo nada em relação a isso, mesmo me isso esteja me incomodando bastante.
Eu sou muito idiota... Mesmo tendo consciência de tudo isso, hoje mesmo eu acordei quase 14h, agora mesmo eu vou lavar a louça que deixei acumular, para depois preparar almoço e repetir aquele ciclo "vicioso".
Eu não sei o que fazer, estou me sentindo muito mal. Meus colegas mandando mensagens nos grupos, com dúvidas da matéria, de como resolver um exercício x ou y, ou falando alguma coisa de alguma aula... E eu aqui sem fazer nada... Eu me sinto mal por isso, mas mesmo assim não movo um dedo pra mudar essa situação...
Eu não era assim antes, nunca fui assim... Sempre fui estudioso e dedicado, e eu sempre ajudava em casa. Eu deveria ter voltado para a minha terra natal antes da situação do corona ter ficado feia (não voltei pq fiquei com medo de pegar o vírus e passar para meus familiares, isso seria imperdoável). Se eu tivesse morando com a minha mãe agora mesmo, nunca que ela ia me deixar ficar vagabundeando.... Mas estou sozinho, e me tornei esse monstro...
Agradeço muito a quem leu até aqui e a quem puder me ajudar!!! Obrigado!
tl;dr: Estou morando sozinho, mas preciso organizar minha casa, estudar e acompanhar as matérias da faculdade durante esse período de quarentena, mas fico vagabundeando sem fazer absolutamente nada do que preciso fazer.
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2020.03.16 22:45 HumbertzinhoGameplay Alguém me ajuda?

Mano, na moral, eu não to aguentando mais, ta tudo na merda, tudo complicado, eu simplesmente não sei mais o que fazer, eu tenho uns problemas que simplesmente pra muita gente eh viadagem, eh bobeira, e eu até que concordo, se esse filha da puta que vos fala não tivesse sido mimado, ele não ia ficar com essa merda na cabeça...
Eu não aguento ter que ficar ouvindo merda da minha mãe, ter que ficar levando desaforo pra casa, ficar de cabeça baixa, sempre me esforçar a troco de nada, minha mãe acha que eu fui feito pra agradar ela, não sei que tipo de merda que ela tem na porra cabeça, se ela tem algum tipo de problema psicológico, ou se ela simplesmente gosta de me ver assim...
Eu não sei se ela enxerga a merda que ela faz comigo, eu só tenho 14 anos man, 14 ANOS, e já to com muitos pensamentos nada legais na minha mente, o que devia estar preenchido com coisas boas, memórias legais, na real estão com traumas e pensamentos quase que suicídias, eu to com muita pressão psicológica, todo mundo que eu peço ajuda não faz ideia de como me ajudar, já que meu "problema" Não tem solução, eu não sei se vou aguentar por muito mais tempo, amenos que eu tome uma medida drástica, eu possa vir a me suicidar por conta dessa merda, agora me diga...
Um adolescente em fase de crescimento com pressão psicológica por conta da mãe, um psicológico fudido por conta de se preocupar demais, querer o melhor pra todos e o que der sobra fica pra mim.
Eu vi uma vez no status do meu melhor amigo que isso de ficar abalado por conta de coisas bestas, e qualquer coisinha fica te magoando muito, e por conta de não suportar mais, com muita coisa acumulada e que não lhe faz NADA bem.
Eu fico pensando as vezes em como eu poderia melhorar pra ver, se esses "problemas" Poderiam simplesmente sumir, mas eu não sei se sou em quem devo mudar, porque, eu só sou esse merda por conta da minha mãe, meu pai eh meu único refúgio que tenho, ele que me ajuda realmente, não eh ele quem fica falando merda a troco de nada, não eh ele quem quer me ver na merda desacreditando de mim, não eh ele que me fala pra desistir, ele eh quem me ajuda com muita coisa, ele quem me faz suportar a filha da puta que eu chamo de "mãe", ele quem quer realmente o melhor pra mim, ele que acredita em mim independente do que eu queira, ele quem faz de tudo por mim, ele quem eu realmente tenho um puta orgulho de chamar de pai, ele que eu espero que minha namorada tenha orgulho de chamar de sogro, ele que eu quero o melhor de tudo pra ele, mas infelizmente, por conta da idade e falta de estudo, tem que ficar num emprego horrível (atualmente), porque antigamente era muito bom, sempre vendendo carros, ganhando uma graninha boa, que a gente podia sempre sair juntos, e aproveitar o momento pai e filho, mas agora... Ele ta cheio de dívidas, ele não tem quase nada de dinheiro, ele não pode sair do emprego porque não tem chances de achar outro, mas ai você me pergunta "por que ele não se aposenta?" Eu te respondo, ele simplesmente não pode, mesmo tendo 63/64 anos, ele ainda tem que trabalhar, e isso ta praticamente matando ele, porque ele também eh ser humano, ele tem as contas pra pagar, ele tenta agradar a namorada dele, ele tenta me agradar, só que ele não consegue, mas mesmo assim tenta, eu não sei porquê... Não sei dizer se ele eh persistente ou trouxa igual a mim...
Eu vou ser direto ao ponto, eu amo de paixão meu velho, e quando ele se for eu vou sentir muitas saudades, e ele sim eu tenho orgulho de dizer:
-Sim, esse eh o meu pai!
Mas por outro lado, eu tenho vergonha imensa de dizer:
-eh, essa eh a minha mãe...
Minha mãe eh um monstro man, e não to falando isso porque to tristinho, ou bravinho com ela não, eu sei de muita história que essa filha da puta fez, pra MUITA gente, como minha namorada me disse "ela não merece os filhos dela"
Ela já fez tanta merda comigo, com minha irmã, e principalmente com meu pai...
Eu sinceramente to fazendo esse texto por 3 motivos:
Eu preciso urgentemente de ajuda
Eu não aguento mais
Eu não sei o que fazer...
Porque Veja comigo, eu tenho algumas opções, mas eu não sei se eu devo fazer, ou se quer as consequências delas
Eu posso voltar para o meu pai (o que pretendo o mais rápido possível)
Mas ai, lá além de não ter internet, eu não tenho um quarto, eu durmo no quarto com meu pai, então, eu não tenho onde colocar o vídeo game, e se tivesse já ia dar muita merda.
Eu não confio nem um pouco no meu cunhado e na minha irmã, porque TUDO que alguém empresta pro meu cunhado ele quebra, sem excessões.
o fone da minha irmã: quebrado
Meu controle do antigo xbox: quebrado
Meus brinquedos: quebrados
Minha Airsoft: quebrada (e ele se recusa a pagar o concerto/uma nova)
Minha roupas: todas ele (juntamente com minha irmã) usa...
Fora que ele fica vidrado no xbox e nos Jogos, ai ele vai ficar lá sempre, não importa se ele tem obrigações, ele vai estar lá... Ou se quer ter a cara de pau de pedir pra jogar enquanto eu to jogando, e tenho certeza ABSOLUTA de que algum dia, não importa qual, eu vou chegar em casa, e ver algo de errado, não sei o que, não importa o que, algo estará errado...
E também ele tem um amigo Leonardo que possível fará igual, mas ele pelo menos deve ter o mínimo de mérito pra isso, que possivelmente, se ele estragar algo ele vai pagar, eu acho...
E também, fora tudo isso, e meus pets? E o jorge? E a paxoca? E o coxinha? (Meu cachorro e gatos)
Fora que também, eu não vou ter vida mano, eu basicamente tenho a minha vida na internet, meus amigos, meus Jogos, minha namorada, meu passatempo, meu hobbie, meu sonho de ser YouTuber, EU NÃO VIVO SEM A INTERNET MANO!
Eu tenho praticamente 6 motivos pra não ter me suicídiado ainda...
Meu cachorro
Meu pai
Minha namorada
Meu sonho
Meus jogos
E meu melhor amigo
Eu to tão confuso man, eu não sei se eu vou aguentar tudo isso, eu to com tanta merda na cabeça e simplesmente um dia, se as mensagens não chegarem pra mim, se os convites para jogar eu não responder... Bom... Você já sabe o que aconteceu...
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2020.03.05 01:16 johnwhorm Eu to falando serio cara, todos os meus dias vao ser um inferno na terra...

Vamos la, eu tenho minha mae que mora em uma cidade perto, nao muito perto, mas perto, ela tem alguns problemas de saude e quem cuida dela é uma tia, eu moro aqui com outros parentes, tio e tia, e recentemente eles me disseram que "daqui a tres meses a gente vai mudar la pra ***** " (nome da cidade que minha mae esta) o motivo da mudança é pq meu tio perdeu o emprego aqui e a casa ta sendo sustentada por mim e minha tia, la nessa cidade ele tem uma casa que fica no terreno dos pais e da irma q tbm mora la, e nessa casa tem alguns cachorros fodidos que sao bravos pra krl, Nego, Fifi, Kiara, e outros q eu nem sei o nome, e como eu vou dizer pra vcs... Eles me ODEIAM, to falando cara, eles nao vao se acostumar cmg la, pq eu nunca morei la, e da vez que eu fui pra la visitar, aquele cachorro o "Nego" nao foi com a minha cara brother, eu tenho certeza absoluta que eu vou ser mordido por aqueles animais fdp's e ngm vai ta nem ai pra mim ou pra minha segurança, e o cachorro é grande mano, nao sei se é vira-lata ou de raça, so sei que é grande, é um monstro, um cao que veio direto do inferno pra fuder minha vida, e vc sabe ne? Vc ja deve conhecer o ditado "pimenta nos olhos dos outros é refresco", entao mesmo que prendam os cachorros por alguns dias afim de me tranquilizar (o que nao vai dar certo) alguma hora eles vao solta-los e falar que eu tenho q parar de ser medroso, ou que os cachorros so vao acostumar cmg assim, em fim, desculpas de merda pra ver eu me fuder com medo desses bichos, mas ai algumas questoes que vc pode fazer (ou nao, talvez vc nem ligue):
1- por que vc vai pra la entao?
Resposta: o motivo principal é eu ficar mais perto da minha mae e quem sabe futuramente morar junto com ela e cuidar dela, mas eu ainda nao sei se vou, so q ficar aqui é meio arriscado ja q eu nao tenho parentes por aqui e nao sei sobreviver direito, tenho fobias, medos, e uma pessima comunicaçao.
2- por que vc nao mora com a sua tia q cuida da sua mae?
Resposta: Pq ela me odeia, e nao é de agora.
Entao é isto, daqui a tres meses eu vou perder meu emprego, nao receber nada de acerto ja q eu acho q a empresa nao vai ligar se eu quiser pedir conta, vao ta poco se fudendo, e dai vou morar no inferno onde todos os dias de manha eu vou ter q sair pra procurar emprego e vou ser ameaçado por cachorros sedentos pra arrancar um pedaço da minha carne e é claro q vao conseguir.... Q inferno! Eu nao tenho energia pra ficar gritando com cachorro e nem um saco de petiscos pra ficar tentando adestrar, entao nao vejo soluçoes, ta foda pra mim cara, eu perdi uma pessoa q era a base da minha vida, era o q sustentava o nucleo familiar composto por eu, minha mae, e minha avo, minha vida ja nao era boa antes, dps q ela se foi entao eu meio q me sinto abandonado por completo e muito deprimido tbm, e meus tios parecem ter q me carregar como um peso nas costas ja q eu ainda estou aprendendo a como viver nesse mundo, parece q tudo vai de mal a pior sempre, é um grafico que funciona assim: vc se da bem um pouquinho na vida, ai a linha sobe bem pouco, e depois aparecem muitos problemas, dificuldades e etc, etc, dai a linha dispeeenca pra baixo, vc nao entendeu, ela nao cai, ela despenca, com tudo msm.
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2020.01.09 09:11 judith_253535 Depressão profunda

Depois de meses segurando a barra não estou aguentando mais. Eu sei que todos temos problemas, mas é foda quando você sente que perdeu o controle TOTAL da situação. Minha produtividade na faculdade e na minha pesquisa científica caíram drasticamente. Minha família praticamente não existe, porque todos são brigados a ponto de não falarem uns com os outros. Meu relacionamento está a um passo de acabar. Isso ainda é só a ponta do iceberg. Eu passo dias sem dormir e quando durmo parece que entro em um estado de delírio. Choro todos os dias desde o dia 15/08/19. Ultimamente as crises de choro tem intervalos de horas. Parece que eu estou sendo torturada lentamente pela minha própria cabeça. Tentei conversar com meus pais (que são separados) sobre o que estou passando. Cada um com uma reação diferente, uma pior que a outra. O que tem segurado a barra é a ajuda do meu irmão e meus amigos, mas até deles sinto que estou me desconectando emocionalmente.
O que eu quero dizer com isso tudo é que a depressão é uma coisa muito séria. Ela muda a percepção de uma maneira devastadora. Eu sempre ignorei os avisos de pessoas próximas sobre a minha melancolia ao longo dos anos porque me recusava a aceitar que tinha uma doença desse tipo. A verdade é que ignorando a mim mesma acabei alimentando um monstro que agora está grande de mais pra controlar, e cara, ele me deu uma rasteira sinistra.
O suicídio tem sido um pensamento recorrente, mas ainda tenho esperanças de que consigo reverter isso. Segunda feira tenho uma consulta no psicólogo e amanhã vou atrás de um psiquiatra. E de um emprego assim que estiver melhor, para poder manter o tratamento sem problemas.
O fundo do poço mental é um pedaço de inferno diário que não desejo pra ninguém. Se você tem a menor dúvida de que pode ter depressão, procure ajuda o mais rápido possível.
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2020.01.09 03:38 exsoldierakechi A bolha é foda mesmo, achei que era exagero mas caraca...

Fui postar um texto com algumas dicas pra conseguir emprego pro ano novo, por trabalhar em cargo que faz entrevista e ter contato com os donos e etc. Comentei sobre ideias boas de colocar curriculo, detalhes que podem influenciar, chegar no horário etc... nada parcial só algumas dicas neutras mesmo.
-Surtaram que odeiam RH de empresa, muito, de longe foi o mais falado, que tudo isso é um saco e quando não dá certo é culpa do RH. Fun fact: eu não sou do RH e minha empresa nem usa o RH pra contratação.

-Que é um monte de merda que patrão fala pra funcionário entrar de cabresto. Que tem que aceitar como o cara é e ponto final.
-Sobre como várias vezes entrevistador chega atrasado, então não posso falar sobre candidato atrasado ser ruim. Nunca, se uma vez algum entrevistador chegou atrasado, todo mundo pode atrasar agora?
-Que tá errado a empresa não valorizar o cara só por que ele vai desarrumado pra entrevista/entregar curriculo mal feito.
-falei que se tu for jovem com 18~19 anos e não terminou os estudos, pode ser que você tenha dificuldade em conseguir alguns empregos por dar a impressão de não estar "nem ai", vários falaram que eu disse NUNCA vão conseguir e que eles conseguiram etc.
-Vários "falou um monte de bosta" e afins por que nada disso conta. Não posso falar de como algumas coisas são realidade, por que elas são ilegais (sobre como no corte de uma empresa, as vezes o funcionário com filhos é um fator de desempate em demissão ou contratação), então não pode falar disso.
-Lacração no geral. Xingamento sobre o RH ser FDP com todo mundo, que isso é papo de patrão e não rola e que o certo é se voltar contra tudo isso pra ter mudança, e como eu sou parte do problema por cumprir minha função.
Finalmente depois de "observar os dois lado" já dei unsub naquele buraco e vou ficar por aqui mesmo, tá louco. Já tinha um receio ferrado de qualquer coisa lá, mas depois dessa não vale nem a pena acompanhar.
Só um desabafo mesmo por ficar chocado como dar dicas pra ajudar na hora de conseguir um emprego o povo fica puto. Não fui pra falar que isso ou aquilo tá certo, só dizer como as coisas funcionam e coisas que podem ajudar, e saí de lá como "monstro do RH Ilegal"
EDIT: Refiz as dicas que tinha feito lá, com conteúdo extra e um pouco melhor escrito pro povo daqui pela alta demanda:
https://www.reddit.com/brasilivre/comments/ema49a/algumas_dicas_que_podem_ajudar_a_conseguir_ou/
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2019.12.18 03:45 Neat-Frame Ser feio é uma merda

Eu sou realmente feio, num nível jamais visto. Digo isso porque nem minha família que conviveu comigo durante toda a minha vida até agora, consegue me encarar durante mais que 10 segundos, até minha mãe já me disse o quão feio eu sou.
Sempre que ando pela rua, sinto aquela velha sensação de que todo mundo está me olhando e julgando, aê eu olho em volta e realmente é isso que acontece, não como muitos aqui ja citaram que parece que está todo mundo te olhando mas quando você olha ao redor ninguém ta nem aí pra você.

Comigo é diferente, as pessoas me olham com cara de espanto, ficam abismadas. Isso inclui pessoas lá do outro lado da rua, motociclistas até param de focar na estrada quando passo por perto. O foda é que tem muita gente que você nunca falou na vida que te odeia simplesmente pelo fato de você ser feio. Uma vez estava passando por um supermercado, tinha uma mina e uma amiga conversando, a amiga dela quando me viu sem hesitar falou em voz alta e clara: "Mds que menino feio, parece um monstro" Isso num tom de raiva, eu não entendi o pq disso.

Já tentei arrumar emprego em varios locais, porém sou recusado em todas as entrevistas, dado que pessoas com aparencia normal/bonita conseguem a vaga com muita mais facilidade. 90% das pessoas me olham com um olhar de espanto e curiosidade, isso é muito ruim, é muito tenso ficar nesses lugares ( ou em qualquer outro). Eu odeio isso tudo, mas não os culpo, é algo normal na sociedade hoje em dia.

Nem vou dizer a má sorte que tive com mulheres, elas parecem ter medo de mim, nem ligo mais pra isso, to cansado.

Vou fazer o correto e me matar no final de ano, me sinto meio covarde por não ter feito isso antes.
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2019.11.16 09:00 AbyssDay Cansado dos fardos...

Boa madrugada.
Eu sempre acompanho os tópicos daqui, comento e participo das sombras. Hoje gostaria só de desabafar mesmo, to chegando a um limite que jamais imaginaria.
Eu tenho 31 anos, trabalho em uma empresa bacana há 2 anos e pouco , morei do meu nascimento até os 27 com meu pai e minha mãe. Vou resumir pra não obrigar ninguém a ler tudo, mas vou destacar o tipo de monstro que vivi todo esse tempo. Basicamente um dia ele me usou enquanto eu não tinha opinião própria, e como sempre pra arrancar dinheiro da minha vó(mãe da minha mãe) ele me proibiu de ir la e fazia chantagem emocional até ela dar dinheiro pra minha mãe pra dar pra ele, pois ele tava anos desempregado, e não queria um emprego pra começar de baixo, era orgulhoso, e minha vó chorava com toda essa situação, até um dia que ela deu e eu voltei a visitar ela, sempre foi meu porto seguro desse merda.
Enfim, foram tantas merda, nada físico, sempre psicológico, quando fiz uns 22 comecei enfrenta-lo, verbalmente, até que tinha força pra mata-lo se quisesse, mas minha mãe entrava no meio e chorava, pensei varias vezes em sair de casa, mas moro em sp, e nunca tive força pra superar tudo e crescer financeiramente , e meu medo era deixar ela com aquele lixo, ele sempre ofendeu ela, e infelizmente é uma pessoa das antigas, então não sabia lidar. Depois de 27 anos, finalmente eu convenci ela a vender a casa e seguirmos nosso caminho, desde os 27 estamos morando só eu e ela, tudo dando certo, juntando dinheiro pra comprar a casa...mas parece que ainda há um ódio enorme em mim. Sinto que botei ela em uma situação complicada, depois de velha sem casa, agora to juntando dinheiro, tentando investimento, trabalhando e fazendo tudo que posso pra ganhar mais dinheiro, já me ofereceram cargo melhor, mas não to bem mentalmente, estressado, esse fardo de deixar ela bem vem me sufocando, e como se livrasse ela de um monstro mas colocado em uma situação ruim. Tem minha namorada, que também quer ter a vida dela comigo, mas tenho esse compromisso com minha mãe primeiro, ela até que entende. mas sei la, as vezes ela se estressa comigo, e eu faço tanto, ela também...cara, ta tão foda, eu queria tanto sumir e me importar mais comigo, mas nunca...pessoal fala " gianini, essa calça tem quantos anos?" eu basicamente, trabalho, chego em casa vejo meus animes, jogo e continuo só caminhando, tentei voltar a fazer uma coisa que era bom quando criança, mas aquele lixo disse que não dava dinheiro e me desmotivou, mas a minha determinação morreu...não consigo mais ser o que fui quando pequeno, não consigo mais sentir "vontade de nada", fui no medico, to com tireoide e testosterona baixa, e tudo isso ta me sugando ainda mais...tanto sacrifício e o tempo só passa.
Sabe,só queria não ter fardoi, me preocupar comigo mesmo, mas eu amo essas duas mulheres de formas diferentes, mas ta tão cansativo...queria só viver, mas as vezes sinto que ninguem nem reconhece, na vdd ninguem nem entende...já me falaram pra ir pro psicologo, mas eu não to com vontade de desabafar assim cara a cara, não me sinto muito bem...
Obrigado quem poder deixar uma historia bacana que tenha passado por algo do tipo ou qualquer outro tipo...
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2019.10.08 05:02 altovaliriano Explique "Grande Conspiração Nortenha" (out/2019) - Sem sinal de ASOIAF (ago/1990)

Hoje eu quero iniciar o formato que acredito ser o ideal para analisar os arquivos do So Spake Martin (SSM) de Westeros.org.
Eu tentarei analisar os SSMs mais antigos em ordem cronológica e os mais recentes de forma retroativa, até que ambas as pontas um dia se encontrem no meio. Daí em diante, eu passaria a apenas a analisar os mais recentes.
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Mais recente: Entrevista à WGN Radio (04/10/2019)
Link no arquivo: https://www.westeros.org/Citadel/SSM/Entry/16162
Martin foi entrevistado por telefone por uma rádio de Chicago antes da sua visita na cidade (que deve estar ocorrendo enquanto falamos).
Os apresentadores começam falando sobre a carreira de Martin na ficção científica, comentam a dificuldades de interação com leitores hoje em dia e, por fim, perguntam como é ter Westeros noite e dia consigo durante a escrita.
Martin fala diz que quando a escrita está correndo bem, ele fica pensando em Westeros o dia todo, mas o momento em que as idéias mais lhe ocorrem é quando esta indo dormir. Que fica pensando na cena que vai escrever na manhã seguinte ou na semana seguinte e que os personagens tomam vida e ele chega a ouvir partes de diálogos.
Depois as perguntas se concentraram em Game Of Thrones. Martin disse que o alívio porque o show acabou é apenas parcial, em razão de agora não se martiriza tanto pensando que está atrasado em relação à HBO.
Quando um dos apresentadores critica os roteiros dos episódios da 5ª temporada em diante (especialmente em relação à última temporada), Martin responde bruscamente. Diz que ele vai terminar o próximo livro e que aí poderão ler a versão dele da história. Martin também não avança muito quando é perguntado sobre Bloodmoon (série sucessora de GoT sobre a Era dos Heróis, sob a responsabilidade de Jane Goldman), apenas frisa que a série é de autoria de Jane Goldman.
No final da entrevista, o apresentador fala que seus filhos falaram tanto sobre a "Grande Conspiração Nortenha" (uma teoria de fã que devo cobrir no futuro) que ele sabia que só teria paz quando pedisse para GRRM explica-la. Martin ri e diz que não comenta teorias de fãs, pois diz que há muitas por aí, e umas são verdade, outras não.
O programa é encerrado com os apresentadores falando mal da escrita de Dan & David e tirando sarro de Martin por ter sido brusco na resposta sobre o final de Game of Thrones.
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Mais Antigo: Entrevista ao site Eidelon (01/04/1990)
Link: https://www.westeros.org/Citadel/SSM/Entry/1431
Nesta entrevista, vemos Martin responde perguntas sobre sua carreira na Ficção Científica e Horror, seu envolvimento com Hollywood (e o quão hesitante ele estava em voltar a trabalha lá depois de The Beauty and the Beast) e ele fala dos planos para o futuro.
O que é interessante sobre esta entrevista é que ela aconteceu antes que Martin começasse a escrever ASOIAF (em 1991) e vemos Martin avaliando um futuro que não incluía as Crônicas de Gelo e Fogo.
Confira abaixo a entrevista traduzida na íntegra:

E: Por que você começou a escrever?
GM: Bem, eu não acho que tenha decidido conscientemente me sentar um dia e dizer "Nossa, eu vou começar a escrever". De certo modo, eu sempre escrevi. Mesmo antes de poder escrever, eu sempre pensei em histórias e inventei histórias. Mesmo quando eu era criança e brincava, inventava personagens, brincava com tramas, brincava com histórias, contava histórias para as outras crianças. Portanto, não tenho certeza de que algo a que se chega depois de certa deliberação, é apenas algo que, pelo menos comigo, parecia automático; algo que eu nasci com.
Comecei a enviar minhas histórias e a publicá-las primeiro a nível de fã: nos tempos de escola durante a adolescência, eu era ativo no fandom de quadrinhos, que naquela época estava apenas começando nos Estados Unidos. Eu era um fã ativo de quadrinhos. Então publiquei em vários fanzines de quadrinhos e, finalmente, quando estava na faculdade, fiz minha primeira venda profissional.
E: Você é mais conhecido por escrever contos de ficção, e eu sei que escrever contos de ficção não compensa tanto quanto escrever romances. Por que você ainda escreve contos de ficção?
GM: Bem, às vezes eu só tenho uma história para contar que não tem o suficiente para ser um romance, e eu prefiro fazer um bom conto ou uma boa novela do que escrever um romance ruim e grande.
Na verdade, à medida que minha carreira progredia, minhas histórias tendiam a ficar cada vez mais longas. Quero dizer, acho que se você realmente olhar para a minha bibliografia, bem no início da minha carreira, escrevi principalmente pequenos contos. Faz vários anos desde que pude produzir um conto real e genuíno. Ou seja, algo curto [risos]. Embora eu escreva coisas com comprimento menor do que uma novela: venho fazendo muitas novelas e noveletas nos últimos anos.
E: Ainda é difícil vender novelas? Há uma maravilhosa história de horror em um dos livros de Stephen King sobre o quão difícil é vender novelas. Você acha isso?
GM: Não é difícil para mim vender novelas de ficção científica. Stephen King tem um nome gigantesco, é claro, mas mesmo ele está em uma posição um pouco estranha, pois é um escritor de terror; não há mercado para contos de terror, pelo menos não nos Estados Unidos. Existem algumas revistas semi-profissionais; ocasionalmente, a Revista de Fantasia e Ficção Científica publicará alguns, mas para as novelas de ficção científica ainda há um mercado bastante ativo, e foi uma novela, "Uma Canção para Lya", que virou uma das minhas principais histórias inovadoras no início de minha carreira. Ganhei meu primeiro prêmio Hugo, aqui na Austrália, na verdade; na Aussiecon One.
E: Você escreve muito horror hoje em dia. Por que? Pois só lhe vem histórias de horror ou porque acabou a graça da ficção científica?
GM: Bem, eu não diria isso. Eu gosto de fazer coisas diferentes. Há muitos tipos diferentes de histórias que quero contar. . . ficção científica, fantasia, horror, até mesmo algumas convencionais. Adorei histórias de horror quando jovem. Eu li muitas delas. Mas, por um tempo, a graça delas meio que acabou. Depois de ler tudo o que HP Lovecraft havia feito, na colégio, e ter experimentado alguns outros, realmente não consegui encontrar nenhum escritor de terror de que gostei. Eles não pareciam mais capazes de me assustar. Então eu meio que me afastei disso e, quando comecei a vender profissionalmente nos anos 70, eu estava lendo e escrevendo exclusivamente ficção científica. Mas acho que Stephen King produziu um genuíno renascimento do horror. Eu li e gostei de King. Muitas pessoas vieram no rastro dele, que eram imitadores e não eram tão bons, mas acho que ele provou que a ficção de terror ainda era viável. Eu tenho minha própria abordagem na ficção de horror, é claro. Eu não acho que isso se encaixa perfeitamente na categoria Stephen King. Há um parâmetro, o que eu chamaria de sensibilidade de "ficção científica", até mesmo para a minha ficção de terror.
E: Isso é extremamente lógico, extremamente bem explicado. . .
GM: Sim, há uma parte de mim que é muito Campbelliana em vez de Lovecraftiana, que acredita que realmente está dentro da capacidade da mente humana de compreender tudo, e meus protagonistas não são levados à loucura, como muitos de Lovecraft foram, por horrores grandes e incompreensíveis demais para eles imaginarem.
E: O que você acha do horror "moderno", da tradição do splatterpunk e do fato de os filmes estarem ficando cada vez mais violentos e cada vez mais bobos?
GM: Essa é uma pergunta muito ampla. Fiz parte de alguns painéis que falar sobre isso por algumas horas.
Certos aspectos disso me preocupam, na verdade. Permita-me aqui esclarecer que não sou a favor de nenhum tipo de censura; Eu sou bastante anti-censura. Eu sou o mais extremo que se pode ser sobre toda a questão da liberdade de expressão. Mas, no entanto, como leitor, lendo algumas dessas coisas, me perguntam o que eles querem dizem sobre a sociedade e a cultura norte-americanas, e me pergunto o que essa tendência significa, pois o horror se torna cada vez mais explícito e o foco muda, como tantas vezes acontece, para fazer do monstro o herói ao invés de vilão de grande parte de filmes de terror...
E: Eu lembro da frase em "The Skin Trade", em que um personagem atribui um assassinato a "alguém que já viu muitos filmes de Halloween e sexta-feira 13 ".
GM: Sim. Eu assisti a alguns desses filmes em que não apenas o que está na tela é perturbador, mas o comportamento de certos membros da platéia é muito assustador.
E: O que você está escrevendo agora? O que podemos esperar ver em um futuro próximo?
GM: Bem, no momento não estou no meio de nada importante. Continuo trabalhando na minha série Wild Cards , que é uma coisa contínua. No momento, estou trabalhando principalmente como editor, apesar de ter escrito metade do livro sete (que será lançado em agosto nos Estados Unidos). Esse é um mosaico de duas pessoas, eu e John Miller, por isso é essencialmente um romance colaborativo, do qual metade é meu.
Entreguei o livro oito e estou trabalhando na edição do livro nove, mas ainda não tenho histórias. Estou simplesmente trabalhando nisso como editor, e a série não para por aí. Até janeiro, é claro, eu estava trabalhando em no programa de TV A Bela e a Fera, mas que agora terminou, então eu assinei para fazer um filme de ficção científica de baixo orçamento (para fazer roteiro dele), mas não posso falar muito sobre isso. E estou testando algumas novas idéias de romance e tenho certeza que quando junho chegar (junho é tradicionalmente o mês em que a nova temporada de televisão começa em Hollywood) posso acabar recebendo ofertas para escrever ou produzir um novo programa de televisão. Eu teria que avalia-las, mas se eu voltaria para lá, eu não sei dizer. Depende do que tipo de show é, qual é a oferta, é algo que me interessa? Então, basicamente, tenho alguns meses de folga agora.
E: Um dos meus livros favoritos é oTuf Voyaging. A Locus [Magazine] anunciou há muito tempo que haveria um segundo livro,Twice as Tuf”. Eles estavam mentindo?
GM: Bem, eles não estavam mentindo. Pode ser que esse livro ainda venha, mas não será lançado tão cedo. Basicamente, eu assinei para fazer o Twice as Tuf e logo depois de assiná-lo, acabei trabalhando em Hollywood, primeiro em Além da Imaginação e depois em A Bela e a Fera , e isso ocupou muito do meu tempo. E o prazo chegou e foi embora e nós o estendemos várias vezes para Twice as Tuf e nada... Eu nunca tive tempo para produzir nada relativo a isso. Então, finalmente, cheguei a um entendimento com a editora, pelo qual lhes dei essencialmente dois dos meus direitos para brochura de dois outros livros, A Morte da Luz, meu primeiro romance, que eles acabaram de relançar, e direitos para brochura de uma de minhas coleções que nunca esteve foi impresso em brochura [Retrato de Seus Filhos - Ed. ], então eles farão uma edição desta também, e eles substituirão Twice as Tuf. Agora, eu ainda gostaria de escrever mais sobre esse personagem e ainda acho que vou retomar e fazer esse livro algum dia, mas exatamente quando esse dia chegará, eu não sei.
As demandas da TV quando estou trabalhando em um programa me mantêm bastante ocupado, e fazendo isso e os Wild Cards, eu não consigo dar conta de muita coisa. E agora que tenho um pouco de tempo para pensar em assumir outro projeto, não acho que a coisa "Tuf" seja a primeira coisa em que realmente me apetece entrar agora. Eu gostaria de fazer outro romance quando tiver tempo; um que não seja parte deu uma saga.
E: Você mencionou a Bela e a Fera e Além da Imaginação**.** Como é escrever uma série? Além da Imaginação deve ser bem diferente, pois é uma série antológica... Como foi sua experiência com isso, como você se envolveu e como foi?
GM: Bem, eu me envolvi nisso quase por acaso. Phillip de Guerre, que foi o produtor executivo de Além da Imaginação, também é um grande fã de rock 'n' roll, e há alguns anos atrás eu fiz um livro chamado The Armageddon Rag e Phil o selecionou para um filme. Naquela época, ele me levou para Hollywood, tive várias reuniões com ele para discutir o roteiro que ele planejava escrever para o filme de The Armageddon Rag e ele escreveu vários roteiros, mas nunca conseguimos fazer o filme ou conseguir financianciamento.
Mas eu conheci Phil no processo e, quando ele pôs Além da Imaginação em produção, resolvei arriscar e me deu um trabalho de roteiro, e gostou do resultado o suficiente para que, quando estavam com muito serviço, me trouxessem a bordo como Staff Writer (que é o único cargo de produção de Hollywood que contém a palavra "escritor" e, portanto, você sabe que é a posição mais baixa da cadeia, como de fato era). Então, comecei como redator em Além da Imaginação e subi até o Story Editore, em seguida, Executive Story Consultant. E, em A Bela e a Fera, eu fui Produtor e depois Coordenador de Produção.
Então, Alpem da Imaginação era bem diferente de A Bela e a Fera, de certa forma, porque um era um show antológico e o outro é uma série episódica semanal regular, e ainda assim os dois projetos tinham talvez mais em comum um com o outro do que qualquer outra coisa que eu já tenha feito, porque eles eram, afinal, a televisão, que é um mundo completo em si mesmo, e é diferente de qualquer experiência que um escritor possa ter, de verdade.
De certa forma, sinto que a televisão era boa para mim. Certamente foi bom para mim financeiramente [risos] e foi muito estimulante. Digo, eu havia sido um escritor independente por muito tempo antes de assumir esse emprego; trabalhando em casa, acordando todos os dias, levando duas horas para tomar minha xícara de café, entrar no escritório, ligar o processador de texto, talvez fazer alguma coisa, talvez não (Eu nunca fui um escritor muito disciplinado, e é por isso que minha bibliografia é comparativamente curta em comparação com alguns de meus contemporâneos).
Não é assim que Hollywood funciona. Você entra no escritório todos os dias, fica lá não por oito horas por dia, mas algo mais perto de dez, onze ou doze horas. Você está escrevendo, participando de reuniões, participando de sessões de apresentação, indo ao set, reunindo-se com o diretor ou o responsável. Então isto me impôs certa disciplina em mim; que era boa para mim e também extremamente estimulante. Digo, era um mundo totalmente novo para aprender, sobre o qual eu não conhecia nada antes, e isso me envolveu em algo que eu não tive por muitos anos; todo esse negócio de "ambiente de escritório", onde você realmente precisa entrar e interagir com outras pessoas.
Hollywood é um mundo estranho, mas, de certa forma, é o Mundo Real, e é bom para um escritor entrar em contato com o Mundo Real de vez em quando. Eu acho que um escritor que passa toda a sua carreira escrevendo romances a partir dos estudos que faz em sua casa (e talvez encontrando algumas pessoas em convenções ou ocasionalmente indo a um coquetel literário) perde de vista o mundo real, de como as coisas realmente são lá fora. E você começa a fazer muitas coisas auto-referenciadas, o que eu acho que é uma armadilha para qualquer escritor.
E: Você colaborou bastante durante sua carreira, fora o trabalho de televisão. Você gosta disso e como você faz?
GM: Cada caso é diferente. É como um casamento. Eu colaborei com Lisa Tuttle, Howard Waldrop, George Gutthridge. Com quem mais eu colaborei? Estou esquecendo alguém? [Risos.]
E: Bem, a televisão é colaborativa até certo ponto. Wild Cards é colaborativo, se preferir.
GM: Bem, com Wild Cards , estou funcionando mais como editor do que como colaborador, então isso é um pouco diferente. Cada uma das minhas colaborações era essencialmente diferente.
Aquele com Howard foi a primeira colaboração. Isso era basicamente: Howard e eu estávamos nos correspondendo há muitos anos, finalmente nos conhecemos em uma convenção em Kansas City, 1972, e devia ter algo errado naquela água ou algo do tipo porque decidimos "Ei, vamos fazer uma história juntos!" Então, enquanto todo mundo estava no Playboy Club no hotel de convenções servindo bebidas por coelhinhas voluptuosas, Howard e eu estávamos em nosso quarto de hotel com a pequena máquina de escrever portátil de Howard, martelando folhas de papel amarelo e, sabe, ele escrevia e ficava sentado atrás dele na cama e então ele parava e eu escrevia, e não produzimos muito coisa. Terminamos uma pequena parte, mas ele levou para casa, escreveu mais um pouco, enviou para mim e assim por diante.
Lisa e eu, éramos pólos opostos para começar. Ela estava no Texas e eu em Chicago quando começamos e depois em Dubuque, Iowa, e colaboramos principalmente através de e-mails, cada um de nós escrevendo uma seção, enviando-as para o outro, que reescreveria a seção anterior que o outro havia escrito e então avançaria um pouco mais além. Assim foi indo e voltando até que chegou um ponto em que eu não sabia mais o que Lisa havia escrito naquele livro e o que eu havia escrito. Ocasionalmente, uma frase se sobressaia como uma “frase de Lisa" ou uma frase minha, mas, fora isso, eu não saberia diferenciar.
A coisa com George Gutthridge, era uma história muito velha. Na verdade, foi uma das primeiras histórias de ficção científica que eu escrevi, que foi recusada várias vezes e que eu nunca fui capaz de vender. Anos depois, George pegou-a e reescreveu. Portanto, minha escrita foi feita no final dos anos 60, e ele a dele foi feita uma década depois.
E: Nightflyers foi transformado em filme há alguns anos atrás. O que você achou do filme? Foi bem diferente da sua história.
GM: Bem, acho que eles foram cerca de 75% fiéis, mas, infelizmente, os 25% que eles mudaram tiveram uma espécie de efeito cascata e fizeram com que os 75% que não foram alterados não fizessem tanto sentido quanto poderia ter. Eles fizeram algumas mudanças que eu aprovo e gostei e outras que não entendi e não gostei.
Eu acho que o filme teve algumas coisas boas - direção de arte adorável, efeitos especiais maravilhosos, considerando o orçamento que era minúsculo (sim, eles não têm os efeitos especiais de Guerra nas Estrelas, mas para um filme de três milhões de dólares - o que ele era - fizeram um trabalho muito impressionante) e tiveram algumas boas interpretações secundárias - mas no geral não acho que funcionou. Infelizmente.
E: Você tem outros projetos de filmes que possam ir adiante, em um futuro próximo?
GM: Eu tenho interesse constante em "Sandkings". Ele está sempre sendo selecionado. E tem havido algum interesse no Fevre Dream. E Phil ainda está ocasionalmente fuçando e conversando sobre O Armageddon Rag. Mas se alguma dessas coisas realmente vai acontecer, eu não seria capaz de afirmar.
E: Quem o inspirou como escritor? Quem são seus escritores favoritos?
GM: Há muitos escritores que eu gosto. Acho que aqueles que realmente tiveram mais efeito sobre mim foram provavelmente os escritores que li quando jovem. Costumo pensar que essas influências, que você absorve a nível subconsciente antes mesmo de sonhar em escrever, são as influências duradouras. Quero dizer, eu cresci lendo Andre Norton, lendo Heinlein Juveniles, lendo Eric Frank Russell (que eu acho um autor maravilhoso, mas que é por demais esquecido, infelizmente). Lovecraft: quando descobri Lovecraft, fiquei encantado por ele, por razões que tenho certeza de que eu entenderia se ainda tivesse quinze anos [risos].
Hoje em dia, meus escritores favoritos são uma lista diferente. Sou um grande admirador de Jack Vance. Eu não sei se Vance teve. . . Vance exerceu grande influência em Haviland Tuf, que começou na primeira história, "Uma Fera para Norn", como uma tentativa muito consciente de escrever uma história ao estilo "Jack Vance", e se você olhar em "Uma Fera para Norn", sou eu muito arduamente imitar Vance. E há ainda outras partes de Tuf que são muito Vancianas. Mas, fora isso, não acho que Vance tenha tido um efeito profundo na minha escrita. Eu leio muito fora deste ramo hoje em dia. Pessoas como Larry McMurtry, William Goldman, Pat Conroy. Essa é uma lista longa. Eu poderia dar nomes aqui o dia todo.
E: Como começou a série Wild Cards**?** Eu ouvi uma mito sobre isso.
GM: Bem, na verdade começou como um jogo de RPG. Há um grupo de escritores em Albuquerque que ocasionalmente jogam juntos, e eles me arrastaram para algumas de suas atividades. Então, eu joguei vários jogos com eles e eles sabiam que eu era um velho fã de quadrinhos desde a infância. Então, em um ano, no meu aniversário, Vic Milan me deu um jogo de RPG de super-herói chamado Superworld, da qual me tornei o Mestre. E pelo menos metade das pessoas em nosso grupo de jogadores eram escritores profissionais com histórias publicadas. Então eles criaram personagens realmente maravilhosos, e como Mestre eu criei mais personagens do que qualquer outra pessoa. E jogamos esse jogo incessantemente por um ano e meio e colocamos muita criatividade e desenvolvimento nos personagens. Neste ponto, eu finalmente disse, sabe, deve haver alguma maneira de ganharmos dinheiro com isso [risos].
Não, me ocorreu que seria uma excelente série de antologias em um mundo compartilhado, seguindo o modelo de Thieves World . Então, reunimos pessoas, conversamos a respeito, e talvez de meia dúzia a uma dúzia dos personagens foram incorporados. Agora, para deixar claro, não acredito apenas em botar no papel as aventuras dos jogos. Me parece uma boa maneira de obter uma ficção realmente ruim. Digo, jogos são divertidos, mas não são livros. Portanto, muitos de nossos personagens, embora tenham suas raízes no jogo, foram substancialmente alterados e adaptados na transição. Além disso, muitas pessoas envolvidas em Wild Cards não eram membros do jogo. Quero dizer, começamos com o núcleo dos escritores de Albuquerque, mas entrei em contato com muitas pessoas como Roger Zelazny, Howard Waldrop, Pat Cadigan, entre outros - que não faziam parte do grupo de jogos - mas que eu sabia que tinham algum carinho por heróis pulp ou heróis de quadrinhos, todo o conceito de superpotências e que eu pensei que seriam capazes de contribuir com algumas coisas interessantes para a série.
E: Para novos escritores em geral, algum conselho?
GM: Acho que este é um momento difícil para alguém que está estreando. Digo, o início dos anos 70, quando entrei, foi um período muito mais favorável.
O mercado de contos ainda está aberto. Digo, Asimov, Analog, F & SF estão constantemente procurando novas pessoas, porque você não consegue ganhar dinheiro suficiente com elas [as revistas de contos], então as pessoas tendem a não ficar por muito tempo. Ainda é o melhor lugar para estabelecer uma reputação. Eu acho que estabelecer uma reputação nesta época em que há tantos escritores... tornar seu nome algo que os leitores vão lembrar e procurar é uma das coisas mais importantes.
Uma das coisas mais inteligentes que fiz na minha carreira, que fiz por acidente - certamente não planejei – foi não escrever um romance nos primeiros cinco ou seis anos. Porque então, quando o romance foi lançado, não era apenas o romance de alguém que ninguém havia ouvido falar, era o tão esperado primeiro romance de George R. R. Martin, o vencedor do Hugo! Isso me proporcionou um pagamento adiantado muito maior, teve uma certa quantidade de hype, foi resenhado em todos os meios, teve visibilidade. E a maneira como conseguiu essa visibilidade, é claro, foi nas revistas: tendo não apenas um conto ocasional, mas tendo muitos contos [publicados] naqueles primeiros anos. Houve meses em que três revistas foram publicadas, todas com uma de minhas histórias nelas: histórias de capa. Assim, estas vendas iniciais de contos às revistas ainda são um dos melhores jeitos de se fazer isso.
A longo prazo, é claro, você precisará passar para romances se quiser ganhar a vida como escritor profissional em tempo integral. E essa é a parte que está se tornando cada vez mais difícil, principalmente se você é um escritor sério e com ambição. Digo, eu vejo o mundo de Hollywood com o qual lido, e o mundo dos livros de onde venho, estão ficando cada vez mais parecidos a cada ano que passa, e não é Hollywood que está mudando. Os editores de livros estão se tornando cada vez mais voltados para a ficção comercial, para os resultados. Assim, enquanto a empresa estivesse lucrando, eles bancariam um bom autor por alguns anos e alguns livros até que ele encontrasse seu público e estabelecesse sua reputação. Agora, se o seu primeiro livro não ganhar dinheiro, você terá muita dificuldade em vender o segundo. Digo, esta é a situação atualmente. Muitas pessoas dizem que é realmente muito bom comercialmente vender um primeiro romance. Mas se esse primeiro romance não se provar um David Eddings ou um Stephen Donaldson, é comercialmente terrível por a venda seu segundo romance.
E: Tendo participado de Alpem da Imaginação e Wild Cards , você acha que o "mundo compartilhado" está se tornando uma tendência séria ou você acha que é apenas uma fase pela qual estamos passando?
GM: Bem, acho que há um pouco de ambos. Não acho que antologias funcionaram na televisão, o que é uma coisa a lembrar. Veja, Além da Imaginação foi um fracasso, nem um pouco tão bem-sucedido quanto o programa original, que foi de certa forma um programa periférico por cinco anos, por mais aclamado que fosse (e foi um programa maravilhoso que assisti religiosamente quando criança). Em algum momento dos meus discursos aqui [em Danse Macabre] eu acho que vou falar um pouco mais a respeito, mas esta entrevista não será publicado antes do evento, então, apenas adiantando assunto: eu acho que. . . todas as formas de ficção, todas as formas de entretenimento estão se movendo cada vez mais para as séries. Quero dizer, vemos pessoas em nosso ramo olhando para ele com uma visão muito restrita e dizendo "O que está acontecendo com a ficção científica? Essas malditas séries!". Não está acontecendo apenas na ficção científica, está acontecendo com todas as formas de ficção. Está acontecendo na televisão, onde os programas de antologia não conseguem ter sucesso e as pessoas querem programas de séries. Está acontecendo nos filmes, onde você tem Rambo IV e Rocky IX . Qualquer coisa que faz sucesso retornará com em um “II”, no final.
E: Quem você culpa? Você culpa a televisão ou. . .
GM: Não, eu não culpo a televisão. Eu acho que parte disso é a evolução da nossa cultura. Ainda estou procurando algumas explicações sobre isso; não tenho todas ainda. Portanto, isso não é conclusivo como em um artigo acadêmico, mas eu tenho o começo de algumas teorias a respeito. Não sei o suficiente sobre a Austrália para falar sobre a cultura de vocês com qualquer autoridade; eu sempre pensei nisso em termos de Estados Unidos.
Se você olhar para o romance: quando o romance foi concebido, era. . . o próprio nome denota novidade - "o novel", é uma coisa nova, derivada da raiz latina. Mas o romance foi apresentado em um momento em que a sociedade era muito estática, onde as pessoas nasciam em uma cidade pequena e talvez nunca tivessem ido a mais de 48 quilômetros dela (a menos que entrassem em guerra). Quero dizer, as pessoas nasciam na Inglaterra, a cem milhas de Londres; e nunca viram Londres. Eles viveram e morreram sem vê-la. Eles exerciam o ofício que sua família exercia, eles se casavam com a garota da casa ao lado, permaneciam casados ​​com ela por toda a vida, criavam filhos que efetivamente assumiriam o comércio quando eles morressem. Nesse mundo, os romances, com sua promessa de novidade, eram um sopro de ar fresco. Eles o levariam vicariamente a lugares que você nunca iria. Eles o apresentariam a uma gama muito maior de pessoas. Se você estava entediado com as dezessete pessoas que você via todos os dias em sua aldeia, eis aqui outra pessoa que você conheceria, e todos eram novos.
Agora, você olha o que existe nos Estados Unidos. Quando falamos sobre a América hoje, você tem uma sociedade completamente móvel. Digo, eu olho para minha própria vida. Nasci em Bayonne, Nova Jersey. Fui para a faculdade nos arredores de Chicago, que fica a milhares de quilômetros de distância, deixando pra trás todos os meus amigos em Bayonne, perdendo o contato com eles, fazendo novos amigos na faculdade. Eu me mudei . . . na verdade, fui para a escola em Evanston, ao norte de Chicago, e depois me mudei para Chicago [enquanto] meus amigos da faculdade se espalharam por todos os Estados Unidos, e eu conheci outro grupo de pessoas enquanto trabalhava nos meus primeiros anos em Chicago. Ensinei na faculdade em Dubuque, Iowa, novamente me mudando, e depois fui para Santa Fe e depois para Los Angeles. Então, eu estou com quarenta e poucos anos e tive cinco grandes movimentos de milhares de quilômetros na minha vida, o que geralmente significa ter tido um conjunto completamente diferente de amigos. Tive várias carreiras diferentes: ensinei em faculdade, fiz torneios de xadrez, fui escritor, fui roteirista de televisão (o que é diferente de ser escritor de livros). Eu fui casado e divorciado e já estive em vários outros relacionamentos. (Agora estou em um relacionamento há bastante tempo). E sou estável em comparação com algumas pessoas! Quero dizer, há imensa mobilidade em curso.
Eu acho que essa atual é uma cultura em que nada é estável. Ou seja, passa o mais longe possível da cultura que produziu o romance. Digo, sua profissão não está definida, as pessoas estão sempre mudando-a durante a vida. Eles chegam aos quarenta e cinco e decidem: "Bem, eu não quero mais ser advogado, apesar de ter sido treinado para isso a vida toda. Agora, quero navegar de barco pelo mundo". Eles se casam, se divorciam, perdem contato com todos os amigos. As famílias nem ficam mais em contato. Assim, a ficção, que nos fornece vicariamente as coisas que não recebemos na vida, a ficção nos dá estabilidade. Digo, vinte anos podem ter se passado, você pode ter um emprego diferente, você mora a duas mil milhas de onde começou, é casado com alguém diferente, mas Star Trek ainda é o mesmo. Você pode voltar lá, e aqui está esta pequena ilha onde Kirk e Spock ainda vão discutir um com o outro, e eles são quase como que amigos seus, com quem você sempre pode contar para estarem lá. Você não irá ligar para um amigo antigo - e ele se transformou em alguém que você não conhece. Kirk nunca se transforma em alguém que você não conhece. Ele sempre permanece sendo Kirk. E o que eu consigo perceber sobre o sucesso das séries, mesmo dentro do ramo, está sempre relacionado aos personagens. Existe uma relação muito forte com os personagens. Digo, se você participa de um painel chamado Writing the Science Fiction Novel, você recebe perguntas gerais da platéia sobre "Como eu vendo meu romance?" [e] "Como começar quando se escreve um romance?" Você nunca recebe perguntas específicas sobre o livro. Se você aparece em painel sobre Wild Cards ou Thieves World, você recebe perguntas como: ​​"Eu não gosto do que você fez com Hiram Worchester. Quando você vai ajudá-lo?" ou "Você vai dar um descanso para o Tartaruga?" ou "Por Deus, eu não suporto esse tal de Fortunato. Ninguém vai dar um soco na boca dele?" Digo, as pessoas formam esses relacionamentos intensos de amoódio com determinados personagens, e acho que isso é acontece com todas as séries.
E: Muito obrigado.
GM: Claro, o prazer é meu.
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2019.08.20 19:45 Amanda3exceler Por que o Brasil é um dos países mais burocrático do mundo? Yes! Certificações

O sol brilha no Brasil, as pessoas são muito acolhedoras, a indústria da floricultura está prosperando e a comida é deliciosa. Uma de suas maiores desvantagens é a burocracia. Afinal, por que tudo é tão burocrático no Brasil?
Não é de hoje que sabe-se que o Brasil é um dos países mais burocráticos. No entanto, essa burocracia tem um grande impacto na indústria, pois afeta quase todas as áreas da vida dos brasileiros e é uma dor de cabeça constante para todos e até mesmo para os estrangeiros.
Sendo assim, entenda mais sobre o porquê de tudo ser tão burocrático no Brasil.

HISTORICAMENTE, POR QUE TUDO É TÃO BUROCRÁTICO NO BRASIL?

Tudo é tão burocrático no Brasil por conta de um legado da coroa portuguesa durante o período colonial.
Esse legado é uma espécie de monstro que se auto perpetua e que resultou em uma papelada constante, taxas e impostos para os cidadãos e um sistema lucrativo para o governo e cartórios, ou cartórios públicos.

COMO É O SISTEMA BUROCRÁTICO NO BRASIL?

Um tema recorrente ao lidar com a burocracia no Brasil é provar que você é quem você diz ser. Esta desconfiança percebida significa que as pessoas têm que gastar muito tempo provando suas identidades através de toneladas de firma reconhecida – assinaturas autenticadas, cópias autenticadas, formulários autenticados, entre outros.
Pensou que acabou? A lista continua! Outro tema bem recorrente é que, apesar das intermináveis ​​regras e regulamentos que ditam a burocracia, as coisas podem depender da pessoa com quem você está lidando.

ASPECTOS LEGAIS DA BUROCRACIA NO BRASIL

Nos últimos vinte anos, 4,2 milhões de leis foram criadas no Brasil nos níveis: Federal, Estadual e Municipal.
Um artigo da VEJA discute os aspectos de negócio da burocracia. Um advogado brasileiro, farto do sistema tributário, criou um livro contendo todas as leis tributárias de 1988 a 2006. Ele acabou com 18.000 leis, 43.215 páginas.

OS RESULTADOS DE SER TUDO TÃO BUROCRÁTICO NO BRASIL

Um estudo foi feito respondendo os resultados de ser tudo tão burocrático no Brasil.
Esse estudo revelou que o modelo burocrático predominante no Brasil, embora contenha algumas características do modelo racional-legal, ainda não produz o desencanto esperado, pelo menos na administração pública.
Além disso, observou-se que as bases do patrimonialismo, nas quais a sociedade e o Estado brasileiro ainda se apoiam. No entanto, isso parece impedir que a burocracia defendida por outros países se instale plenamente. Isto é, mesmo tudo sendo tão burocrático no Brasil, ainda não existe muito a se fazer. Talvez a resposta esteja na reforma total dos processos.

COMO CERTIFICAR PRODUTOS COM A YES!

A certificação de produtos é uma dor de cabeça para muitos empreendedores, especialmente quando ela é obrigatória. Por se tratar de um processo extremamente burocrático, é importante contar com uma empresa especialista em certificação de produtos INMETRO. Então, se quer economizar tempo e dinheiro, conte com o suporte da Yes! Certificações.
Entre em contato com um de nossos especialista e tire todas as suas dúvidas!
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2019.07.28 04:17 felipezouk Aos que estão pensando em desistir de desenhar (LEIA ISSO)

Ontem ao ler os posts no Facebook sobre como desenhar, me deparei com um desabafo de uma pessoa cogitando desistir de desenhar para sempre. Isso sem contar outros bem comuns:
"Adorava desenhar quando era criança, mas meus professores disseram-me que não tinha talento"
"Acho que não tenho paciência/tempo para desenhar"
"Ah, eu nunca serei capaz de desenhar como..."
"Tenho medo do que vão pensar de mim"
"Eu tentei começar, mas fico desanimado"
"Falaram-me que desenhar não dá dinheiro e que eu deveria procurar um emprego"
"Já me falaram que eu era muito bom, mas minha vida me levou a outros caminhos"
Pois é: a vida é dura… e desenhar é difícil para quem desenha pela primeira vez.
Imagina quem decide viver disso! A princípio, pode parecer impossível.
Faz pouco tempo que escrevi um artigo sobre como quanto leva para aprender a desenhar. Talvez você esteja passando por isso. É mais simples jogar tudo para o alto - justificadamente - e não retornar.
Você terá essa sensação todo o dia, seja iniciante seja avançado!
Quase todos os artistas profissionais passaram por essa situação em algum momento. Ou estragaram um desenho (para si ou para um cliente), ou precisaram se reinventar no meio do caminho, ou se cansaram.
O que todos tinham em comum? Eles queriam desistir!
Muitos ficaram para trás, enquanto outros persistiram até colherem frutos fantásticos. Esse desejo de desistir é real e está lá para todos. Segue algumas palavras sobre como superá-lo.

#1 - É Normal Sentir-se Assim

Lembre-se de que é perfeitamente compreensível se sentir assim!
A vida é não fácil; se fosse, não faria sentido. Inevitavelmente, chegará a um ponto de frustração que o leva a cogitar a desistência. O importante nesse ponto é que é normal. Encare-o, não finja que não exista e vá para cima!
Sua situação pode não parecer menos assustadora, mas vai passar. Portanto, sempre que você se encontrar pensando em desistir…
Pare e respire profundamente!

#2 - Não se Precipite

A pior coisa que você pode fazer quando você sente vontade de desistir é tomar uma decisão no calor do momento. Dê a si um tempo para limpar sua mente. Quanto mais importante for a decisão, mais tempo você precisará.
Quando estiver a ponto de desistir de desenhar, esqueça a tarefa por alguns dias a fim de decidir se dará continuidade. Ao voltar, você terá um olhar diferente.
Para decisões maiores, como se demitir ou encerrar um relacionamento, dê mais tempo. Enquanto isso, faça uma análise simples, enumerando os prós e contras de parar e de continuar. Vá atrás de pessoas que passaram por essa situação e confira o que eles fizeram.
Às vezes não haverá nenhuma decisão a tomar depois que o tempo passar. Pensamentos de desistir serão uma memória esquecida. E mesmo que não sejam, você será capaz olhar logicamente, decidindo melhor.

#3 - Recorde do que o fez começar

Lembras-te como se sentiu quando finalizou o seu primeiro desenho?
Foi de alegria, correto?
Caso o desenho seja também o seu negócio, é muito fácil deixar a atividade gerir um negócio passar por cima da parte criativa do desenho. Afinal, quando se trata de vender para pagar as contas, a criação leva uma surra.
Mas se você quiser esmagar o monstro da desistência, você precisa manter a chama da alegria acesa. Sempre que você desenhar por obrigação, é fácil deixar que os pensamentos de desistir invadam a sua mente.
Aliado ao conselho anterior, se for capaz de sentir bem novamente, os pensamentos negativos se dissiparão. Ou melhor, você não chegará a pensar neles.

Para ver o restante, veja a fonte original aqui!
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2019.03.16 19:01 DualSimCard Eu não queria ter nascido gay

Tenho 20 anos, um emprego razoável e muita decepção e angústia.
Nesses últimos meses venho me sentindo muito mal, me sinto sozinho, minha família mora comigo mas eu não converso com eles nem eles comigo, todo dia está tendo discussão com minha mãe, ela exige um aumento na mensalidade por morar na mesma casa, atualmente pago 300 reais, agora ela quer que eu pague 400 reais, não concordo pois ela não tem controle financeiro e só vai gastar com besteira, não falo com meu pai pois ele é um humano horrível, analfabeto do interior, é muito conservador e autoritário, então eu vejo ele todos os dias mas não falo com ele, faço de conta que ele não existe e acho que ele faz o mesmo, eu sou gay, mas acho que eles não sabem pois nunca viram eu ficando com alguém, eu acho que a solução para meu problema é sair de casa e ir morar sozinho, odeio morar com os pais, odeio a pessoa que meu pai é, odeio o que minha mãe faz, estive buscando e cotando o custo para morar sozinho, é muito alto, mesmo eu ganho 2.7k, vai ter muitos gastos, pago a faculdade, financiamento de uma Moto, pago um empréstimo, pago o cartão de crédito, é muita conta, no final não sobra nada.
Para piorar eu queria encontrar alguém, mas não encontrei ninguém da minha idade que queira um relacionamento sério, ninguém tem planos de morar sozinho, definitivamente estou sozinho, eu sou distante da política, mas o atual governo também me faz sentir muito mal, parece que sou um monstro, parece um crime ser gay, eu removi o Twitter pois eu me sentia tão mal ao ler algumas coisas que o presidente da República postava que me colocava para baixo, eu nem saia da cama de tão triste, me sentia um lixo por ser quem eu sou. Acho que se eu fosse hetero tudo seria mais fácil, não teria toda essa pressão, eu não queria ser gay, não pedi para nascer assim, mas acho que não posso escolher, já tentei mudar, meus amigos me levaram no melhor puteiro da cidade e tentei fazer sexo com a mais gostosa de lá, não rolou, não sinto atração.
Eu não sei, me sinto confuso, perdido, não consigo ver o futuro.
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2018.10.10 05:19 paulomadd Diz que é uma espécie de Manifesto

Olá,
Este post é sobre motivação, linhas gerais e objectivos que quero para a sub e porquê.
É longo, arrisco-me a que ninguém leia e sei disso... paciência.

Um geek pergunta a outro
"Não era fixe se jogássemos D&D?" Olhei para o meu amigo e comecei-me a rir, até me aperceber que estava a falar a sério. "Muito a sério", reforçou. "É só preciso alguém que faça de Dungeon Master e leia os livros." , disse ele. Arrisquei... encolhi os ombros e disse que sim. Eu que não fazia ideia de nada de nada, fui para casa nessa noite a pensar como descalçava aquela bota. Só tinha ideias de como era, nunca tinha lido nada a sério, só em séries, filmes e pouco mais. Comprei um Starter Pack no OLX por metade do preço, li as regras nos papeis e online e convenci-me que ia ser fácil. Minto... muuuito fácil. Falei com amigos próximos e rapidamente juntei um grupo de quatro. Tinha dois meses para me preparar e decidi começar a delinear a história, a criar o mundo e as raças e quando dei por mim os dois meses passaram sem dar conta. A uma semana da sessão tinha história (O Quê) mas apercebi-me que não dominava as mecânicas e regras (O Como). Foram os sete dias mais longos da minha vida até àquele sábado onde abri a mesa de jantar e antes do combinado tinha já toda a gente sentada e com dados na mão. Eu, nervoso pela expectativa elevadíssima que toda a gente trazia para a mesa; e eles, nervosos e entusiasmados pelo apelo do desconhecido. Às 14h30, acordaram numa prisão ao ar-livre no meio da neve, no meio de cadáveres e ossadas de outras criaturas. Às 04h00 da manhã estavam a ser içados num elevador, para fora da prisão no final de uma batalha contra uma aranha gigante.
Eu não fiz ideia do que estava a fazer, não segui regras, atrapalhei-me, inventei até não conseguir mais, não segui o que escrevi e perdi-me no principio a meio e no final. Eles andaram às cegas porque nem rede de segurança lhes dei, gritaram entre eles, berraram com NPCs, viraram-se uns contra os outros para no final se unirem contra um mal maior. E quando eu disse "Hoje, ficamos por aqui", eles cortam aquele silêncio estranho com reclamações e exigências de voltar no dia seguinte porque tudo tinha sido perfeito. Foi uma das melhores experiências da minha vida. Um ano, três meses e catorze sessões depois, continuamos a jogar.

Mas confesso, nunca joguei D&D
Tive alguns problemas com as regras e mecânicas da 5ed. O controlo do peso dos items e os XP points eram/são dois aspectos que queria mudar, para reduzir "a matemática" das sessões e aumentar o ritmo do jogo. Tanto modifiquei que o meu jogo actual é uma mixórdia de sistemas. Um monstro de Frankenstein que os meus jogadores alimentam com o entusiasmo de cada sessão. Aprender e testar coisas novas para criar um sistema que só existe à minha mesa apela-me, apesar do investimento. Tenho um enorme interesse pelo chamado "Worldbuilding" ou "Criação de Mundos". Gosto de ler em inglês e não sei se acontece a mais alguém (presumo que sim) mas gostava de falar sobre isto em português. Nota-se muito?

Mas onde? Onde?!
Dungeons and Dragons / D&D como tema e termo está na moda. Se falar de Burning Wheel ou Blades in the Dark talvez só os mais curiosos conseguem diferenciar. Mas "D&D" há muita gente que "faz uma ideia", "ouviu falar", "está curioso". Há uma receptividade à priori que, admito sem vergonha, pode ser explorada no bom sentido. Para mim "este mundo" começa com D&D, mas seguramente não termina aí, muito pelo contrário. E como Chainmail) e outros jogos de guerra de tabuleiro foram precursores do D&D, também o D&D pode ser o ponto de partida para muitas outras coisas. Talvez seja um português a criar e a publicar o próximo sistema; talvez alguém crie uma base para uma aventura que inspire alguém a criar uma mecânica que entusiasme alguém a inventar uma regra!
Na língua de Pessoa, que eu saiba, não existem muitos espaços para falar sobre isto. No Reddit os grupos que encontrei sobre RPGs (pen n'paper) ou DnD estão praticamente ao abandono ou não me revejo na estrutura ou temas abordados (parece uma crítica mas não é). No FB encontrei páginas e grupos, alguns com centenas (!) de pessoas que claramente têm interesse em saber mais ou perceber como funciona, parece-me que resulta para juntar pessoas mas menos bem para as pôr a dialogar. Opinião muito pessoal: a natureza destas redes sociais não se presta a "testamentos", porque se presume que a audiência tem 3seg para ser chamada à atenção e apenas pode despender de 2min do seu tempo a ler um parágrafo e ainda salta algumas linhas. A vida no Face é assim.
Eu acredito que o sítio ideal precisa de respirar espaço em branco, onde o pessoal se sinta à vontade para se tentar expressar sem medo de alienar a audiência. Como eu estou desavergonhadamente a fazer, topaste? O Reddit permite debates encadeados, valorização dos comentários mais úteis, regras bem visíveis, wikis, etc. Subs como o DnDNext, Worldbuilding, etc são comunidades activas e ricas em ideias e diálogo e entre-ajuda que alimentam a imaginação e dão suporte e motivação e conselho a quem os procura. É isso que eu quero para esta sub e procuro todos aqueles que se revejam nisso.

Procuro DMs!
És um? Sei que andam por aí, ao frio e à chuva, no seu mundo a partilhar as suas histórias ou pior, sem ter com quem as partilhar! Este espaço é principalmente para eles porque para mim ser DM é recompensador mas é trabalho duro fodido e solitário. Muitas horas de preparação, muita dedicação para umas horas de jogo que muitas vezes não corre como esperado (e ainda bem). Mas querer e não poder partilhar com alguém "aquele twist", precisar de conselhos e não saber a que porta bater ou trocar ideias para melhorar uma sessão é um dragão que temos que matar.
O Objectivo aqui é criar uma comunidade que agregue participantes activos, passivos e curiosos. DM/GMs que tenham grupos e dirijam sessões activamente e que queiram melhorar e partilhar o que aprenderam ou que estejam à procura de mais jogadores. Porque precisamos de plateia, de actores...

Procuro Curiosos
Sabes de alguém? Dos tais que "ouviram falar" e querem observar um jogo ou têm confiança para sentar à mesa e errar e aprender. Os tímidos que não olham nos olhos, que não sabem onde enfiar as mãos, aqueles que sabes que vão trazer uma perspectiva completamente nova e abordar os obstáculos de uma forma diferente. Onde estão os que nunca ouviram falar disto e precisam desesperadamente do que o jogo têm para oferecer? Precisamos deles, desses e dos outros que não querem vir porque acham que é mais cool ficar agarrado ao telemóvel a criar cebolas virtuais na quinta virtual à espera que o cérebro rebente de tanto estímulo! E os desgarrados? Os que já jogaram a este HiperMegaMassiveMultiplayerOnlineForRealzRPG com amigos e adoraram mas a vida apanhou-os a todos qual pokemónos, excepto o que ainda sonha em sonhar acordado? Onde está? Quero-o aqui. Precisamos dele e dos que estão disponíveis a fazer figuras de urso para exorcizar a corrupção que assombra estas terras porque onde eles estiverem... INJUSTIÇAS NÃO SERÃO TOLERADAS. É mesmo assim, em CAPS mano! Para perceberem que recebemos meninos mas...

Fazemos Heróis
Porque ninguém vêm até nós para se sentir medíocre! Ninguém o é. Só é preciso o cenário certo, as condições ideais, os obstáculos à medida e um grupo motivado para transformar um bando de meninos em Mulheres e Homens e Elfos e Anões. Desafiemos estas pessoas a esquecer por umas horas o emprego, a família, os seus problemas e vamos dar-lhes uma perspectiva e uma experiência completamente diferentes. Arranquemos esta gente da sua pele confortável, que sejam reduzidos a linhas numas folhas e obrigados a suportar tirania e injustiça e maldade. Para que se lembrem que para isso parar, basta querer e agir. Que os nossos mundos sejam um espelho do seu comportamento, que o sofrimento que geram ou a dor que aliviam seja um reflexo da sua humanidade ou falta dela porque isto pra mim, senhoras e senhores, é um jogo sério!

Para rematar
Temos 25 subscritores neste momento e a sub foi criada há 02 dias. Se cada um partilhar ou falar apenas a uma pessoa, chegamos a 50 numa semana. Todos os que estão envolvidos vão beneficiar, mais histórias vão ser contadas, mais aventuras vão ser vividas, mais participantes vamos ter e acima de tudo... mais escolha.

Se conseguiste ler isto até ao fim ou se leste na diagonal
Se te reviste em alguma coisa ou Encontraste algo que te cativasse
Se te deu que pensar ou Te entusiasmou
O suficiente para regressares "ao teu mundo" ou Te inspirou a criar "um novo mundo" ou Fez com que quisesses entrar "num outro mundo"
Bem-hajas e Bem-vindo forasteiro,
Chegaste a casa.


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